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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

RINITE

ABALAR-SE PELAS CONFUSÕES DO AMBIENTE 
NÃO SE PERMITIR ERRAR 
ADOTAR UM COMPORTAMENTO EXEMPLAR 



Dentro de uma visão metafísica, a rinite está relacionada com o fato de a pessoa se abalar pela atmosfera do ambiente em que vive. Ela se irrita facilmente por qualquer coisa que acontece à sua volta, principalmente com a forma de os outros pensarem e agirem. 
 Numa fase de instabilidade financeira da família, atritos no lar e risco de separação dos pais, ocorre uma série de perturbações. Isso provoca medo e insegurança em relação ao futuro. Situações dessa natureza afetam qualquer pessoa. 

No entanto, aquele que tem rinite é quem mais sofre as conseqüências emocionais. A desestabilização interior reflete no corpo, tornando as fossas nasais vulneráveis às inflamações. 
 O isolamento é freqüente nas pessoas afetadas pela rinite. Elas geralmente não expressam o que sentem, fecham-se em seu mundo, demonstrando uma aparente indiferença ao que está acontecendo, quando, na verdade, a situação tempestuosa abala profundamente suas bases emocionais. 
 Geralmente se sentem culpados por tudo que acontece de ruim ao seu redor. E o caso, por exemplo, de uma criança cujos pais vivem em constantes atritos, sempre na eminência de uma separação, que só não ocorre por causa do filho. Ao sentir essa 
atmosfera, a criança se culpa pelos atritos dos pais. Não são todos os casos de rinite que estão associados à culpa. Algumas pessoas se rebelam contra os outros, tornando-se revoltadas. 

 Além desses fatores que afetam quem sofre de rinite, a causa metafísica do problema está no desejo de ser uma pessoa exemplar. Exige de si uma postura modelo perante aqueles que o cercam. Quer ser o melhor em tudo. Não se permite errar. 


Costuma ser egocêntrico, deseja que tudo gire em torno de si e aspira ser o centro das atenções. 
 Existem algumas situações que propiciam o surgimento dessas condutas. 
Dentre elas se destaca o fato de ter sido o filho mais velho ou o filho único. 
 Na condição de filho mais velho, lhe é atribuída a responsabilidade sobre os irmãos. Isso costuma ser enfatizado pelos pais, com frases como: "Você não pode errar" e "Você tem que dar o exemplo para seus irmãos". 
 No tocante a ser filho único, recai sobre ele a projeção dos pais de ser a chance 
do sucesso e da felicidade familiar. Geralmente os genitores insinuam que ele precisa ser o melhor entre os primos. Ao agirem assim, eles não percebem o mal que estão fazendo a seu filho. Projetar nele a oportunidade de obterem o reconhecimento por parte dos parentes reflete sua própria inadequação e inferioridade. 
 Vale lembrar que esses fatores influenciaram, porém não foram determinantes para que a pessoa se tornasse assim. Ela própria é a responsável por ter reagido desse modo frente às cobranças. Tudo que passou apenas reforçou nela a tendência a essa postura indevida que desencadeia a somatização da rinite. 
 Somente a própria pessoa pode avaliar o quanto sofre por essa atitude inadequada que assumiu na vida. Isso gera um excesso de expectativa, bem como uma sobrecarga de atividade, promovendo um grande desgaste físico e psíquico. 

 Para reverter esse processo é necessário mudar seus valores, abandonar certas crenças e deixar de se sentir o pivô das desditas alheias, como também parar com a mania de atribuir a si as melhores qualidades. Lembre-se: existe muita gente boa e até melhor do que você em certos aspectos, porém isso não deve fazê-lo sentir-se menor. 
Você é você e não precisa provar nada a ninguém. Apenas assuma essa postura de integridade e não dependa da aprovação dos outros. 
 Existem vários tipos de rinite, entre elas a aguda, a crônica e a alérgica. Cada uma delas tem uma peculiaridade física e metafísica, como segue. 
 Rinite aguda. E a manifestação habitual do resfriado comum. Em alguns casos os vírus causam a coriza comumente interpretada como o início de um resfriado; em outros, a rinite aguda é desencadeada por reações alérgicas. 

O que caracteriza a postura interna da pessoa que desenvolve a rinite aguda são os pequenos machucados provenientes de seu meio, que geram crenças estereotipadas. Por exemplo: uma criança que presencia muitas discussões entre os pais ou irmãos pode desenvolver a crença de que a vida conjugal ou familiar é um constante atrito. Assim, quando ela vir a ter relacionamento afetivo, ou mesmo quando for constituir sua própria vida conjugai, desenvolverá os mesmos comportamentos dos pais, pois essa é a bagagem vinda da infância. 
 Outra situação muito comum na manifestação dessa rinite está relacionada à vida profissional. Ao sentir-se traída, a pessoa fica traumatizada. Quando começa a trabalhar numa nova empresa, fica alerta e desconfiada com os colegas. Para ela, a aproximação dos outros é encarada como uma "jogada" para prejudicá-la. Nessa fase, pode-se desenvolver a rinite aguda. 
 Rinite crônica. Provoca obstrução nasal com secreção muco-purulenta. 
Apresenta atrofia da mucosa e formação de crostas exalando mau cheiro. Outras causas da rinite crônica são a sinusite purulenta e o desvio do septo nasal. 

Toda doença crônica está relacionada à persistência no padrão metafísico causador daquela disfunção orgânica. Assim sendo, a rinite crônica demonstra rigidez. 
A pessoa teima em manter as mesmas crenças desenvolvidas ao longo da vida. Não tem muita vontade de se relacionar com os outros, como se já estivesse cansada de ficar em constante alerta ao que pode acontecer no ambiente. O mau cheiro provocado por esse tipo de rinite demonstra o desejo inconsciente de distanciar os outros, ou ainda de se poupar das intrigas. 
 Rinite alérgica. E decorrente da união de um alérgeno do anticorpo específico na mucosa nasal, liberando substâncias que geram o aumento na produção de muco, inchaço da mucosa e vasodilatação. Clinicamente se observam obstrução, prurido e corrimento nasal, acompanhados de espirros, ronco e respiração bucal. 
 O principal alérgeno é o pó domiciliar. Raramente pêlos de animais e esporos de fungos são desencadeadores de crises alérgicas. Fatores externos, como mudanças bruscas de temperatura, poluentes, fumo e álcool, são agressões da mucosa respiratória, podendo agravar o quadro. O mecanismo de hipersensibilidade a esses alérgenos resulta na liberação de substância que estimula a produção de anticorpos. 

 No âmbito metafísico, toda alergia está relacionada a um estado de alerta às situações que se relacionam ao fator alérgeno. No caso da rinite alérgica, revela-se uma mania de perseguição que desencadeia na pessoa um constante estado de alerta ao que pode acontecer à sua volta. Toda a sua capacidade para solucionar prováveis contratempos é negada. Desse modo, os conflitos internos sobrepõem seu poder de agir diante das situações, fazendo-a sentir-se impotente.  Algumas características de comportamentos que você vem alimentando 
intensificam sua vulnerabilidade à manifestação da rinite alérgica, tais como: manter suas emoções bloqueadas, não expressar livremente o que sente, ficar retraído perante os outros e agir contrariamente às suas idéias. Tudo isso acentua ainda mais a insegurança e o medo em relação ao futuro ou ao desfecho de uma situação. 


Metafísica da Saúde Vol. 1

domingo, 22 de dezembro de 2013

DOENÇA

Se você apresenta algum problema físico, é importante perceber qual aspecto da vida está deixando de fluir adequadamente. A doença é a manifestação dos conflitos interiores. Antes de ocorrer a somatização, a pessoa apresenta problemas de ordem emocional, como angústia, depressão, medo, etc. Essa condição interna é um aviso de que sua atuação na vida é inadequada a seu temperamento. Ela acusa a postura embaraçosa de alguém que está se boicotando em favor dos outros e se desviando de seu verdadeiro ser. Esse mecanismo existe para alertar e não para castigar. Desse modo você poderá perceber o mal que está fazendo para si mesmo. A partir do momento que há um reposicionamento interior, resgata-se a harmonia e conseqüentemente a saúde. 


 É você quem cria as condições propícias à manifestação das doenças. Da mesma forma, você também tem a capacidade de destruí-las e sarar. Talvez seja difícil conceber que você é a causa dos distúrbios da saúde, pois aprendeu erradamente que o corpo fica doente sem a sua participação. A metafísica vem mostrando que cada um é responsável por tudo que acontece em seu corpo. 

 Uma vez já somatizada a doença, é preciso ter o acompanhamento médico para restabelecer o físico. Paralelamente ao uso de medicamentos, é necessário mudar as atitudes inadequadas que causam prejuízos emocionais e físicos. 
 Os remédios tratam o físico, fortalecem temporariamente o corpo e eliminam os sintomas. Mas, se você não mudar a condição interna que está gerando a doença, ela surge em outra área do organismo. 

 Para encontrar as causas metafísicas das doenças não é necessário se pressionar, nem se obrigar a chegar à raiz do problema. Assim você estará indo contra si próprio, e isso abala ainda mais sua condição interna, agravando os sintomas físicos. 
A resposta surge naturalmente, basta olhar para si mesmo e tentar descobrir em que área da vida você não tem fluído bem. Observe o que está afetando sua estabilidade emocional e, finalmente, o que o leva a ficar nesse estado. 

 Você pode até ter razão por se sentir assim, no entanto isso não faz bem emocionalmente e afeta o corpo. Procure resgatar a serenidade, não se julgue nem se deixe afetar pelos julgamentos dos outros. Dê-se força, não se obrigue a nada, deixe a consciência agir sobre você. Admita o fato de não estar encarando a situação da melhor maneira, procure adotar uma nova postura de vida. Desse modo você estará resgatando sua integridade moral, conseqüentemente a dor física deixará de existir. 

 A dor é uma sensação exagerada, com o intuito de despertar a consciência para as nossas inadequações. Ela não é o único caminho para o progresso espiritual, como muitos pensam. Ela faz parte da vida daqueles que resistem ao fluxo natural do ser e persiste enquanto não houver a reformulação interior. 
 Essa transformação pode ocorrer naturalmente durante o período de 
convalescença, sem que a pessoa associe seu emocional afetado com a doença, apesar de estarem intimamente interligados. A dor promove um estado de reflexão. O simples fato de se abster da dinâmica do cotidiano por conta de sua condição debilitada já é um fator positivo para se trabalhar interiormente. 

Quando isso acontece, a pessoa altera seus valores e supera esse período obscuro de sua vida com uma nova postura. Ninguém sai de uma fase de sofrimento com a mesma cabeça, porque a situação só muda se você mudar. 
 A dor tem um poder de transformar o indivíduo. Ela é uma condição extrema para superar os bloqueios instalados durante a trajetória de vida. Ela só passa definitivamente quando a pessoa muda sua atitude interna. 

 A cura é uma combinação do tratamento físico com o reposicionamento interior. 
Do mesmo modo que é importante procurar o médico, também é necessário investigar as causas emocionais. Uma vez reparada a condição interna, o tratamento físico se torna mais eficaz. 
 A consciência metafísica acelera o processo de recuperação, por indicar em você aquilo que está mal resolvido. Partindo disso, é só ter boa vontade, abandonar a vaidade e não ser resistente, que a reformulação acontece com naturalidade. 

 Essa transformação pode ocorrer naturalmente durante o período de 
convalescença, sem que a pessoa associe seu emocional afetado com a doença, apesar de estarem intimamente interligados. A dor promove um estado de reflexão. O simples fato de se abster da dinâmica do cotidiano por conta de sua condição debilitada já é um fator positivo para se trabalhar interiormente. 

Quando isso acontece, a pessoa altera seus valores e supera esse período obscuro de sua vida com uma nova postura. Ninguém sai de uma fase de sofrimento com a mesma cabeça, porque a situação só muda se você mudar. 
A dor tem um poder de transformar o indivíduo. Ela é uma condição extrema para superar os bloqueios instalados durante a trajetória de vida. Ela só passa definitivamente quando a pessoa muda sua atitude interna. 
A cura é uma combinação do tratamento físico com o reposicionamento interior. Do mesmo modo que é importante procurar o médico, também é necessário investigar as causas emocionais. Uma vez reparada a condição interna, o tratamento físico se torna mais eficaz. 
A consciência metafísica acelera o processo de recuperação, por indicar em você aquilo que está mal resolvido. Partindo disso, é só ter boa vontade, abandonar a vaidade e não ser resistente, que a reformulação acontece com naturalidade. 

Metafísica da saúde Vol. 1


TENDINITE

TENDINITE 
Irritação ou autocobrança na hora de executar as tarefas. 





A tendinite é uma inflamação dos tendões, que são cordões formados por tecidos altamente resistentes que fixar, um músculo a um osso. A tendinite ocorre geralmente nos membros superiores. Até há pouco tempo era conhecida como lesão por esforço repetitivo (LER). 
Metafisicamente, a tendinite expressa no corpo uma maneira conturbada de executar as atividades. A pessoa quer ser extremamente rápida para concluir seus afazeres. Com isso atropela uma série de outras atividades de menor importância ou rotineiras, mas que são indispensáveis. Dar as costas ao que precisa ser feito, mesmo não sendo urgente, é uma atitude displicente. Isso acumula atividades que vão exercer certa pressão durante o tempo que a pessoa estiver se dedicando a seu principal objetivo. 

Também o ritmo estabelecido para executar as atividades é praticamente impossível de ser cumprido. Quando faz um planejamento, a pessoa não prevê nenhum inconveniente que possa absorver sua atenção, ocasionando eventuais atrasos. Muito da sobrecarga é causado por falta de planejamento, inflexibilidade para administrar os imprevistos e também pela resistência em admitir e integrar-se à realidade dos fatos. A seu tempo, tudo poderá ser realizado sem que a pessoa se estresse demasiadamente. 
A pessoa quer ser eficiente para agradar aos outros e provar a eles que é competente, para assim ser valorizada e respeitada. 
A tendinite afeta as pessoas que são eficientes e realizam suas tarefas com grande precisão, mas não se valorizam nem reconhecem seu potencial. Por isso, buscam obter o respeito e a consideração dos outros por meio de suas obras. Em virtude da 
baixa auto-estima, dão mais importância aos resultados concretos de suas ações do que à satisfação de estarem realizando aquilo que gostam. 

Para algumas pessoas, depender da avaliação dos outros é algo que incentiva o capricho e promove o aprimoramento, pois elas vão procurar fazer o melhor possível. 
Com isso, aperfeiçoam-se, desenvolvendo a arte de fazer bem-feito. No entanto, para aqueles que já são eficientes e bons realizadores, isso interfere negativamente na execução das tarefas. O principal prejuízo, nesse caso, é quanto à própria satisfação na hora de desempenhar as atividades, já que sua obra será sempre boa, como tudo que faz, que costuma ser bem-feito. 
A pessoa afetada pela tendinite parece esquecer-se momentaneamente de que as atividades que desempenha são aquilo que escolheu fazer na vida, portanto deveriam representar uma das principais fontes de satisfação e realização pessoal na vida. 
Deixar de apreciar aquelas tarefas preferidas é um estado decorrente da maneira conturbada com que a pessoa se manifesta na execução de suas funções. Mesmo fazendo o que ela gosta, perde a qualidade de realizar com prazer suas funções. 
Não sabe lidar com prazos para entrega de trabalhos; sente-se pressionada, afetando o desempenho; vive se cobrando e, não raro, pune-se pela ineficiência no trabalho quando não cumpre com o previsto dentro de uma atividade. Quer fazer mais do que é possível em um determinado espaço de tempo, ocasionando muita tensão e estresse no exercício de suas funções. 
A tendinite também poderá ser decorrente da execução de tarefas que a pessoa não suporta, mas precisa realizar. Nesse caso, suas ações passam a ser automáticas, ficando irritada, o que abala a harmonia interior. Não faz o que gosta ou deixa de gostar daquilo que sempre curtiu fazer, transformando em obrigação o que sempre foi motivo de satisfação. 

Aprenda a dar o melhor de si, tanto nas atividades preferidas quanto nas incumbências desagradáveis. Seja qual for a tarefa que você estiver realizando, tudo é uma oportunidade de contribuir para o meio, bem como aperfeiçoar-se na arte de manifestar-se na vida. 
Caso a tensão e o desespero invadam seu "coração" enquanto estiver praticando suas ações, procure não perder confiança na seqüência natural dos fatos. Acredite: a vida possibilita condições para realizar aquilo a que você se propôs fazer para alcançar seus objetivos. 
Busque a cada instante satisfazer-se pelas ações que você estiver praticando, sem precipitar o andamento do processo antecipando os resultados almejados. Tudo que fizer poderá ser bem apreciado, desde que você encontre uma forma agradável de realizar suas incumbências. 

Qualquer ação poderá reverter em benefícios para meio, se for praticada com dedicação. Tudo aquilo que for realizado por você contribui para seu próprio aprimoramento interior. Não se recuse a interagir com a realidade, contribuindo de alguma forma para o bem comum. 


Fonte: Metafísica da Saúde

POR QUE ADOECEMOS

A doença é provocada por agentes físicos que alteram o funcionamento normal do corpo. Todas as vezes que a saúde for perturbada, é sinal de que existem elementos físicos interferindo nas atividades biológicas. 

As causas orgânicas das enfermidades podem ser tanto os fatores externos que se alojam numa determinada parte do corpo, prejudicando-o, quanto as atividades do próprio organismo que se alteram, perturbando a ordem biológica ou, ainda, alguma lesão provocada por acidente. 

Portanto, não existe um estado corporal alterado sem ter havido algum fator da esfera física gerando tais alterações biológicas. 
A ciência médica tem identificado cada vez mais os agentes desencadeadores das doenças e, com isso, combatido inúmeras enfermidades. A identificação dos males físicos tem sido um dos principais desafios da classe científica. Para conseguir combater, é preciso conhecer o tipo de distúrbio que o corpo apresenta. Somente a partir disso, é possível prescrever um tratamento que combata o mal que aflige o corpo. 

O fato de a medicina ainda não ter descoberto a origem de determinada doença não significa que não haja um pro cesso orgânico causando tais alterações biológicas. 
Conforme: a tecnologia se aperfeiçoa, mais ela se aproxima da cura das doenças. 
A óptica metafísica aponta a condição interna da pessoa como a raiz dos males físicos. No entanto, ela não contesta a existência de agentes orgânicos ou inorgânicos presentes num organismo doente. 

Mas o fato de existir determinadas condições físicas provocando as doenças não significa necessariamente que há falhas no sistema biológico, casualidade ou, mesmo; façanhas do oportunismo de vírus ou bactérias que se alojam no organismo, mas, sim, debilidade do corpo ou incapacidade de se defender dos invasores. 

Segundo a óptica metafísica, as doenças refletem algumas condições emocionais desarmônicas, que são geradas pelos conflitos interiores. A verdadeira causa das enfermidades está no interior da pessoa, em sua condição psiquemocional e, principalmente, no sentimento do doente. 
Esses processos interiores enfraquecem o corpo, deixando-o vulnerável às invasões ou mesmo às alterações nas funções biológicas, originando as doenças. O corpo somente é afetado por algum mal físico se existirem conflitos interiores provocando sentimentos perturbadores que vão interferir negativamente nas funções biológicas. Para compreender um pouco melhor essa relação entre as doenças físicas e as causas metafísicas, vejamos alguns exemplos: O corpo manifesta, por meio dos processos inflamatórios e infecciosos, as turbulências energéticas geradas pela irritabilidade ou inconformismo da pessoa. Esse estado interior surge em meio aos episódios desagradáveis que interferem negativamente em casa, no trabalho ou mesmo nos relacionamentos, comprometendo a harmonia numa dessas áreas da vida. Sem ter como evitar tais episódios, resta ao indivíduo abalado pelas interferências ficar profundamente chateado e até irritado. 

Esses sentimentos são nocivos ao sistema imunológico do corpo, enfraquecendo as defesas do organismo e prejudicando o combate aos invasores, que, por sua vez, se alojam nos órgãos, caracterizando as infecções. 
A formação de nódulos, tumores ou cistos em determinado órgão representa as forças energéticas que se tornam negativas por estarem acumuladas numa região do corpo. Esse emaranhado energético é provocado pelos conflitos interiores que surgem a partir da vontade de manifestar algo na vida, seguidos pela auto-sabotagem ou por crenças contrárias à expressão dos conteúdos inerentes ao ser. Desse modo, a pessoa impõe a ela mesma os bloqueios e recalques que a impedem de fluir livremente pelas diversas situações da vida, respeitando sua integridade e preservando sua originalidade. 

O principal objetivo da metafísica da saúde é identificar, no extraordinário universo emocional, a condição interna que se encontra em desarmonia, onde principiam os desarranjos fisiológicos; é oferecer ao doente a consciência das condições internas causadoras dos males físicos; é convidá-lo a uma reflexão sobre si mesmo, sugerindo que ele reavalie seus sentimentos e mude algumas crenças. Desse modo ele estará promovendo as reformulações internas necessárias para resgatar definitivamente a saúde do corpo e conquistar a paz interior e a harmonia no meio exterior. 

Existem algumas queixas de sintomas desagradáveis que não estão alojados no corpo em forma de doença. Nesses casos, as pessoas não estão fisicamente doentes. 
Elas têm o padrão metafísico da doença, mas numa intensidade insuficiente para a somatização no corpo. Essa é uma ocasião oportuna para interferir no processo, alterando a condição emocional antes de a doença se radicar no corpo. 

A metafísica da saúde propõe-se a traçar um paralelo entre os órgãos do corpo e as qualidades do ser, como se os talentos da alma representassem a fonte geradora das energias necessárias para organizar os tecidos do corpo, mantendo tanto a coesão atômica quanto a preservação das atividades biológicas, garantindo a saúde. Dessa forma, a saúde representa a boa condição da pessoa no emprego dos conteúdos interiores no meio exterior. A vida possibilita o exercício das qualidades, que se transformam em habilidades. Ao atuar nos diversos setores da vida, como o profissional, o afetivo, etc., desenvolvem-se aptidões que facultam ao indivíduo o poder de lidar com o meio externo, aprimorando as qualidades e desenvolvendo as 
habilidades. 

Quando as pessoas deparam com as dificuldades da vida e não conseguem administrar as adversidades, de maneira a continuarem vertentes suas aptidões no meio externo, surgem os conflitos interiores, que se agravam ao ponto de se manifestar no corpo em forma de doença. 
Os tropeços da vida representam para alguns uma espécie de ferida que corrói interiormente, minando as qualidades. Por outro lado, há quem passa pelas mesmas dificuldades e não lesa o corpo, porque não se deixa abater pelos obstáculos do cotidiano; passa pelas tormentas existenciais sem ruminar as indignações e cultivar a revolta. Considera os tropeços como um caminho de amadurecimento e as desilusões com as pessoas queridas como um processo de reciclagem e seleção nos relacionamentos. 

A metafísica da saúde não é um recurso empregado exclusivamente para os casos de doenças. Apesar de se basearem nelas para explanação da filosofia do bem viver, os estudos metafísicos objetivam principalmente a conscientização maior do indivíduo e a compreensão dos processos existenciais, evitando o auto-abandono e tantos conflitos que surgem nas pessoas ao lidar com as adversidades da vida. 

A metafísica da saúde representa um excelente recurso de auto-ajuda, dando às pessoas a compreensão necessária para que elas resolvam suas próprias dificuldades, harmonizando-se interiormente. Melhora a auto-estima por meio da conscientização dos potenciais inerentes ao ser, despertando autovalorização.


Metafísica da Saúde Vol. 3

DOR CIÁTICA

DOR CIÁTICA 
Dramatizar o futuro com base nos incidentes atuais. 





 A dor ciática irradia das costas, passa pelas nádegas e estende-se pela lateral das pernas, atingindo a região inferior delas e dos pés. 
 Na esfera metafísica, esse sintoma reflete o abalo da pessoa em relação à ocorrências ruins; principalmente, em se tratando da família ou do trabalho. Revela a proporção dos “ferimentos” emocionais, causados pelos eventos desagradáveis do cotidiano. 
 Os problemas absorvem-na a ponto de não conseguir fluir bem nas outras atividades. 
Dedica-se obsessivamente aos acontecimentos perturbadores, a tal ponto que contamina os demais setores da vida. A pessoa fica tão mal, que não consegue desempenhar bem as outras tarefas. Essa atitude contamina também suas perspectivas futuras.

As dificuldades atuais repercutem negativamente na concepção do amanhã. A pessoa passa a temer o futuro em virtude das instabilidades momentâneas. Certos acontecimentos afetam o 
conceito acerca do destino, tais como desentendimentos afetivos, complicações com filhos; principalmente a falta de dinheiro. 
 Quando a pessoa tem a estabilidade financeira ela considera o amanhã promissor. Sente-se mais segura por ter recursos econômicos para suprir ou minimizar uma série de eventualidades. Mas a falta de condições materiais tende a causar inseguranças em relação ao futuro. 
 Para manter a estabilidade emocional nos momentos de turbulências existenciais, não convém fazer previsões. As expectativas são influenciadas pelas confusões. Olhar para o futuro, projetando os elementos ruins da atualidade, gera instabilidade e/ou temor. Isso piora ainda mais os desconfortos provocados pelas complicações atuais. Imaginar o aumento dos transtornos multiplica o sofrimento. 

 No transcorrer dos acontecimentos podem acontecer coisas que alteram o reflexo das situações atuais, principalmente se mudarmos o padrão vibracional e passarmos a conceber possibilidades melhores para o amanhã. Devemos confiar nos mecanismos existenciais. A qualquer momento, podemos ser surpreendidos com ocorrências positivas que redirecionam o curso da vida. 
Quando parece que tudo se encaminha para um desfecho impossivel de administrar, eventos inesperados podem mudar completamente as condições do meio. 

 Existem eventos que provocam verdadeiras revoluções na vida das pessoas. Podem ser tanto ocorrências boas como ruins, tais como o surgimento de uma pessoa especial; a separação de alguém, que de certa forma dificultava a convivência; até a morte de um integrante da família, ocasionando completa reviravolta no ambiente. 
 As ocorrências presentes, por mais desastrosas que pareçam, não definem as condições vindouras. Creia no sincronismo do Universo, que pode trazer soluções, mudando completamente o curso da sua história. 
 Para que isso possa acontecer, não dramatize os problemas. Inverta a maneira de olhar para o amanhã. Imagine a possibilidade de você estar a um passo da solução daquilo que o aflige no presente. Acredite num futuro promissor e numa vida farta, abundante. Isso poderá se tornar real, se você acreditar e agir para transformar a realidade. 





Metafísica da saúde vol. 4

HÉRNIA DE DISCO OU BICO-DE-PAPAGAIO

HÉRNIA DE DISCO OU BICO-DE-PAPAGAIO 
Não se sente merecedor dos privilégios e culpa-se pelo prazer. 




Entre cada uma das vértebras da coluna existem estruturas chamadas discos invertebrais, que são compostos por uma substância gelatinosa. Possuem consistência fibrosa e são dispostos em camadas, como uma cebola. Preenchem os espaços entre as vértebras, sendo responsáveis por suportar e amortecer as cargas e os impactos que recaem sobre a coluna, permitindo seus movimentos. 

 Durante os movimentos, os núcleos dos discos, em formato de anéis, que circundam a medula, deslocam-se para o lado contrário do movimento das costas. A flexão do tronco para a direita desloca os anéis para a esquerda, o mesmo ocorre nos movimentos contrários; na inclinação para a frente, eles deslocam-se para trás, e assim sucessivamente. 
 A hérnia de disco é um processo degenerativo (desgaste), causado principalmente pelo envelhecimento. Também pode ser decorrente de esforços excessivos. O termo médico é osteófitos; na linguagem popular é conhecido como bico-de-papagaio. Trata-se da redução do líquido do gel que compõem os discos, diminuindo sua altura, ocasionando a aproximação das vértebras adjacentes. 

 A redução do volume do disco vertebral ocorre quando o núcleo do disco comprime o anel fibroso, deslocando o gel para o canal medular. Ao migrar para essa área, mesmo sem romper o núcleo do disco, o gel pressiona a medula e as raízes nervosas, ocasionando dores intensas e formigamentos; bem como alterações da sensibilidade, da força muscular e dos reflexos. Esses sintomas irradiam para a parte de trás da coxa e parte inferior da perna, podendo chegar até o pé. 

De acordo com a visão metafísica, as pessoas com hérnia de disco possuem conflitos em relação à prática do que faz bem e é prazeroso. Tem dificuldades para realizar prontamente o que gostam. 
 Dedicam-se pouco ao lazer, priorizam os afazeres, protelando a prática do seu hobby. 
Quando tiram um tempo para se divertirem, não raro, sentem um misto de satisfação e certo arrependimento ou culpa por ter deixado de lado as obrigações. 
 Sejam os compromissos com o trabalho ou a participação nas situações familiares, a pessoa vive em função desses afazeres. Ela não se dá o direito de ser feliz, praticando o que faz bem a si mesma. 
 Apesar de mobilizar os esforços na conquista de condições materiais ou financeiras, que permitem usufruir os privilégios, as pessoas não se sentem merecedoras de tê-los. Essa condição evidencia-se quando elas estão aguardando algum benefício extra no trabalho, por exemplo, e este não sai; a frustração reforça a crença de não merecer as regalias que obteriam com essa conquista. 

Eventos dessa natureza podem desencadear, em quem sofre de hérnia de disco, o aumento das dores nas costas. 
 O próprio empenho demasiado aos afazeres pode representar uma espécie de autopunição ou um mecanismo de fuga das frustrações. Uma vez que não consegue saciar seus desejos, a pessoa revolta-se pelos fracassos e se pune com práticas excessivas de trabalho árduo. Põe-se a cumprir as obrigações com certo sarcasmo. Parece gostar de sofrer, mas na verdade está se auto-agredindo por não ter conseguido fazer o que aprecia; o fracasso se deve à crença do não merecimento. 
 A auto-punição é a inversão da força agressiva. Em vez de a pessoa extravasar sua voracidade, por não ter conseguido saciar suas vontades, ela retém sua indignação, dando início a um processo de auto-destruição. Encara as incumbências como uma saga, a qual cumpre de maneira nada satisfatória e com pesar e resignação. Quem atua dessa forma perde a oportunidade de angariar conteúdos internos, tais como habilidade e competências, gabaritando a pessoa para executar suas tarefas. Esse estado também promove satisfações positivas, sanando momentaneamente a falta de prazer. 
 Encarar as dificuldades como uma importante fonte de bem viver possibilita a realização pessoal e a saúde emocional. A própria frustração pela falta de dedicação ao lazer é minimizada quando a pessoa trabalha com satisfação. 
 Nem sempre é possivel conciliar o trabalho com o lazer, melhor dizendo, ganhar dinheiro praticando o hobby, porém depende de nós encontrarmos uma forma de satisfação no que realizamos. Isso, além de tornar mais agradavel o desempenho, reduz o desgaste físico e emocional.


Metafísica da saúde Vol. 4

DOR DE CABEÇA OU ENXAQUECA

DOR DE CABEÇA OU ENXAQUECA 

 Extrema assiduidade. Preocupações excessivas. Pensamentos possessivos e congestão mental. 





Trata-se de um distúrbio presente na humanidade desde os primórdios. Atualmente, sabemos que se trata de uma doença incapacitante, que compromete o desempenho da pessoa nas atividades existenciais. 

 Até 1980, a dor de cabeça era considerada um distúrbio puramente vascular. Foi quando Moskowitz, concluiu que não era apenas uma reatividade vascular primária; ela depende de aumentos na excitação; neural, mediados principalmente pela serotonina (neurotransmissor), que ocorre isoladamente ou associada a outros processos neurológicos. Segundo ele, a dor provoca a inflamação dos vasos sanguíneos, e não o inverso, como se acreditava. 

 Os desencadeadores mais comuns são: fome, sede, euforia, mania, depressão, tontura, lentidão de movimentos ou irritabilidade. 
 As dores de cabeça são classificadas como: cefaléias e enxaquecas. 
 As cefaléias são facilmente confundidas com as enxaquecas. Elas até podem existir simultaneamente, mas são processos distintos, com características específicas, tais como: o período de duração dos ataques (as cefaléias são de curta duração, enquanto as enxaquecas são mais prolongadas); e os diferentes comportamentos (durante um ataque de cefaléia, as pessoas não conseguem ficar paradas, já na enxaqueca querem ficar imóveis, e ficam propensas à hibernação. 
 Os ataques de cefaléia podem ocorrer em momentos específicos, com uma forte intensidade. 

Dentre os sintomas destacam-se: pulsação na região frontal da cabeça, queda de uma das pálpebras, inchaço e vermelhidão na região dos olhos ou na face, lacrimejamento, escorrimento ou congestão nasal, suor excessivo, etc.

No tocante a enxaqueca, destacam-se as seguintes situações: surge gradativamente; pode ser completamente reversivel; costuma iniciar na região frontal, estendendo-se até a coroa, na nuca ou, ainda, unilateralmente. O sintoma também pode ser pulsátil; a intensidade da dor pode ser moderada ou mesmo com picos de dor, que se repetem após um intervalo de tempo, dificultando as atividades 
diárias; a dor de cabeça se agrava com atividades físicas e pode inclusive provocar vômitos. 

 No âmbito metafísico, a dor de cabeça é indício de preocupação excessiva com determinadas situações que assumem um carater perturbador. A pessoa fica pensando de maneira obsessiva em fatos que, muitas vezes, fogem ao seu controle; mas nem por isso consegue se desligar. Ao contrário, a falta de controle sobre as ocorrências provoca instabilidade emocional, levando ao desespero. Não consegue chegar a um denominador comum. Perde-se nas conjecturas mentais desencadeadas pelas ocorrências que ficam impregnadas em sua mente, gerando desconforto, indignação e inconformismo. 
 Rumina mentalmente o ocorrido de maneira a não se desligar um só instante, causando uma espécie de congestão psíquica, que pode desencadear uma crise de dor de cabeça. 
 Portanto, pensar nas situações agradáveis ajuda as pessoas a se desligarem dos episódios ruins. 
 Uma atitude comum entre as pessoas que sofrem de cefaléia é a de serem dramáticas. O drama aumenta a intensidade dos fatos ruins e reforça a confusão interior, enfraquecendo o potencial realizador. 
 As pessoas que sofrem de cefaléia, geralmente comportam-se de maneira possessiva. Elas não sabem viver sem nenhum poder sobre as situações. É muito dificil para elas deixarem que os fatos simplesmente aconteçam, sem interferir nas ocorrências. Não permitem que nada escape ao seu controle, envolvem-se excessivamente com as questões exteriores, sobrecarregando-se de 
tarefas ou ficam com preocupações excessivas. 
 Querem dominar as situações para garantir que tudo se desenrole conforme previsto. 
Buscam colaborar de alguma forma, tentam agradar os outros para se sentirem úteis, consequentemente, seguras. 
 Estão frequentemente planejando estratégias mirabolantes para alcançar seus objetivos. 
Incluem as pessoas nos seus planos, sem prévia consulta. Quando vão comunicá-las e não obtém boa aceitação, decepcionam-se. Elas não conseguem compreender que suas estratégias tem uma finalidade própria e na maioria das vezes não estão de acordo com os objetivos alheios. 

 Nas pessoas que sofrem de enxaquecas, quando vão participar de algo, gastam muita energia psíquica nas conjecturas e planejamento das suas ações. Não é praxe agirem no improviso. Gostam de ter tudo planejado e devidamente organizado para que nada dê errado. Exageram na organização por não se sentirem à vontade e em condições de lidarem com o inesperado. As situações inusitadas 
são abominadas e causam certo pavor, provocando tensão e desconforto. 

 São pessoas persistentes, que não se convencem facilmente. Gostam de entender a fundo uma situação. Não se contentam com pouca explicação, querem atingir o cerne da questão. 
 Pode-se dizer que não conseguem viver sem certa dose de preocupação. Quando nada acontece, procuram uma situação para se envolverem. 

 Não suportam as situações em aberto nem ficar aguardando solução futura. Esperar é algo que provoca desconforto e agitação interior, pois ficam imaginando tudo o que pode ou não acontecer. Não sabem viver diante de incerteza, pois elas instigam a sua imaginação, que geralmente permeia na negatividade, causando-lhes grande turbulência psíquica. 




Metafísica da Saúde vol. 4


ENXAQUECA E TENSÃO EMOCIONAL

O conflito: 

Não tomar decisões. Conflito de controlar e buscar sempre, uma solução para tudo. “Devo achar uma solução com meu pensamento."
Pode haver um conflito de reparação relacionado ao rim- (retenção de líquidos)

- Enxaqueca de fim de semana: Em Vagotonia, o sentimento é : “Não tenho direito a felicidade”

- Enxaqueca Pré menstrual: Desvalorização. “Não me sinto a altura de..” “Não sou capaz”; “Medo de estar grávida” “Tenho muitas coisas para fazer” “Devo ser muito competente no que faço."

Enric Corbera




quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Linguagem do Corpo

O corpo é o reflexo daquilo que acreditamos e não poderá existir doença se não acreditarmos nela.
Ver a doença e considerá-la realidade é o mesmo que considerar realidade a sombra do nosso próprio corpo refletida no chão. Ela está ali, mas é apenas um reflexo e não nosso corpo. Se sua sombra o incomoda, não lute contra ela. Descubra qual é o foco de luz que está sobre você e desligue-o. A sombra com certeza desaparecerá.
O mesmo poderá ser feito com relação à saúde. Se a doença persiste, descubra qual é a emoção negativa que você vem alimentando em seu coração e “desligue-a” de sua mente, que a somatização desaparecerá.
Seja qual for a doença, saiba que sua gravidade eqüivale à gravidade de seu sofrimento mental sobre o passado, sobre o presente ou preocupações relacionadas ao futuro. (Cristina Cairo)

Você é a causa de tudo!

Você é a causa de tudo! É o centro da sua vida e o senhor do seu próprio destino.
Quero compartilhar nessa página as causas emocionais das doenças, acontecimentos e situações dolorosas que afetam as pessoas e que a grande maioria atribui à sorte ou azar, preferindo optar por uma atitude de comodismo ou revolta, adotando assim uma postura de vítima. 
De modo geral, o ser humano crê na fatalidade e no acaso, compreender o que está por trás de um acontecimento ruim exige certa predisposição a acatar o novo e abandonar os velhos conceitos impregnados na humanidade. A idéia de sermos vítimas das fatalidades não é a melhor concepção da vida. a natureza é sábia, portanto, para cada ação há sempre uma reação, mesmo quando não conseguimos alcançar  o conhecimento dos processos da vida. quem segue sua intuição e busca uma outra visão dos acontecimentos, rompendo com as concepções do acaso e da injustiça, acaba encontrando as respostas para as ocorrências desagradáveis.

Todos os conceitos metafísicos das doenças e processos existenciais postados aqui são retirados dos estudos feito por psicólogos e metafísicos que estudam essa área. Livros: Metafísica da saúde e Linguagem do corpo dos autores Valcapelli /Gasparetto , Cristina Cairo e Louise Hay.


Essa nova forma de ver nossa realidade nos leva à um intenso processo de autoconhecimento, mudando posturas e conceitos diante da vida  reconhecendo que somos nós os responsáveis por tudo que acontece em nossas vidas.  A doença serve para justificar o que não estamos realizando em nossas vidas.

domingo, 1 de dezembro de 2013

TODA IRRITAÇÃO DEMONSTRA A SUA FRAQUEZA!





Você anda irritado com o trânsito? Ou simplesmente irritado em seu trabalho, com o baixo salário, ou ainda em sua casa, com a esposa que tudo te cobra, com o marido sem iniciativas ou com os filhos que não te respeitam? Em qualquer um destes casos a irritação apenas denota a sua fraqueza, a sua impotência. Mas não uma impotência real e sim a existência de uma crença condicionada em sua impotência. Sempre há algo que possamos modificar. 

Se deixar irritar é o mesmo que se deixar ofender, atingir de alguma forma, se sentindo contrariado. Porém a questão é: por que você não arregaça as mangas e muda o seu mundo? Por que não age de modo maduro e faz a sua parte no exercício do seu poder e transforma o que te é acessível? Cada vez que você se sentir irritado tenha a mais absoluta certeza de que você está se submetendo a alguém! Irritação é raiva. E raiva nós somente sentimos quando nos colocamos injustiçados diante da vida. E quando você se sente injustiçado você se vitimiza, nega a sua responsabilidade na atração daquela situação. Pode até ser que o outro realmente tenha te prejudicado, pois cada um tem a sua própria culpa, porém, se é você que deseja a mudança, é você que tem que sair da posição do ofendido, do impotente, do magoado, do atingido. 


Pare de delegar poder às mãos de quem você se deixa irritar! Até mesmo porque você, ainda por cima, se deixa vampirizar, pois seus pensamentos e sentimentos ficam fixos em determinada pessoa e situação, perdendo energia e fortalecendo o outro. Pense bem: se você dedica minutos, horas, dias pensando em alguém e se irritando, você está visualizando o outro com um poder sobre você, e acaba por cristalizar situações concretas de submissão da sua parte e domínio do outro sobre você e suas emoções! Então, cada vez que algo ou alguém te irritar, apenas aja! Aja no sentido do que é correto para você! Seja você mesmo o seu maior protetor, preservando seus princípios, sua dignidade, seus sonhos, seus direitos! 


Quando quiserem lhe injustiçar, simplesmente não permita, se coloque, e pague o preço por ser verdadeiro, corajoso, e não tenha medo de perder! O medo de perder, seja o suposto amor do outro, uma situação conveniente profissional, ou seja lá o que for, este medo te escraviza e normalmente as pessoas se calam, se vendem, e vivem irritadas, nervosas, porque não fazem o que o coração pediu, não se protegem com auto respeito, não se valorizam o bastante! Então, não cometa mais este erro, pague o preço pela sua serenidade, seja um guerreiro em sua defesa, mas com a alma serena de um iluminado, levante a espada para cortar as correntes que o aprisionam, mas aja com a sabedoria e a tranquilidade de quem simplesmente cumpre o justo em sua vida! 


Podemos ser fortes e calmos ao mesmo tempo, pois como nos explica a raiz da palavra, agir na calma, é agir com alma! Portanto, a irritação é para os fracos, os fortes agem serenamente, sem adiamentos, sem autoenganos, e merecedores da justiça pessoal!


MARCELLO COTRIM