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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

AVC (ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL)

ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC) 
Sentir-se impossibilitado ou perdido na execução das atividades. 



Também conhecido como derrame cerebral, o AVC é uma doença séria que pode causar sequelas irreversíveis se a pessoa não for atendida rapidamente. 
 O acidente vascular cerebral é uma das principais causas de morte no mundo. As pessoas não percebem que estão tendo um derrame, por esse motivo não procuram o médico Ele é caracterizado pela lesão em um dos vasos sanguíneo que irrigam a região cerebral. 
Pode ser isquêmico ou hemorrágico.

 A maior parte dos derrames são isquêmicos, o vaso sanguíneo é obstruído por um coágulo que bloqueia a passagem de sangue e oxigênio para uma área do cérebro. Esse processo também é chamado de isquemia cerebral. 

 O AVC hemorrágico costuma ser letal. Ocorre quando a parede de uma artéria que irriga o cérebro é lesionada, provocando um sangramento numa área cerebral, formando um hematoma, que, mesmo em pequenas proporções, pode ter consequências drásticas à saúde e até mesmo por fim à vida. 

 O AVC, em geral, deixa sequelas que são mais ou menos graves, dependendo da área do cérebro afetada e do tempo que levou para a pessoa receber atendimento médico. 

 Na metafísica, o AVC é uma consequência da falta de habilidade da pessoa para lidar com o seu fluxo pela vida, principalmente diante das situações de poder. Quando ela tem de coordenar o desenvolvimento dos fatos existenciais e depara com sérios obstáculos, não consegue administrar com maestria a desenvoltura de suas ações. 

 Os obstáculos na verdade são decorrentes da limitação da própria pessoa, que impõe a si mesma uma responsabilidade excessiva, desrespeitando sua natureza interna. Por esse motivo, se vê cercada de problemas, tornando praticamente impossível alcançar seus objetivos. 

 Para superar os bloqueios e as limitações, a pessoa deve aceitar suas restrições, empenhar-se nas tarefas, dando o melhor de si, mas sem cobrar o impossível. Ter firmeza naquilo que faz, mas não ser rude para consigo mesma. Diminuir o drama, deixando de se queixar da sobrecarga de atividades. Adotar uma relativa naturalidade, que promove a leveza e boa fluidez dos acontecimentos. 

Resumo: Metafísica da Saúde Vol 4



segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

FLACIDEZ DAS MAMAS

Falta de sustentação interior.
Perda da confiança.




No âmbito metafísico, a flacidez das mamas representa que a mulher perdeu seu próprio referencial afetivo, tornando-se dependente afetivamente dos outros.
Ela vive em função das pessoas, fazendo mais do que cabe a si. Extrapola nas atividades para agradar aos outros para obter o reconhecimento e sentir-se aceita e integrada ao meio.
Seu desempenho nas atividades e a prestatividade tornam-se indispensáveis no relacionamento afetivo. Assume a maioria das atividades do lar para sentir-se importante para as pessoas. Ela não tem o auto-reconhecimento suficiente, por isso depende daquilo que faz para sentir-se valorizada e amada.

A confiança em si encontra-se extremamente abalada. Sente-se insegura perante os entes queridos. Não é capaz de tomar decisões a seu favor e disponibilizar um tempo para si mesma. Quando faz algo em benefício próprio, geralmente culpa-se ou fica com medo que o parceiro não goste, e que isso venha a estremecer o relacionamento.
A falta de segurança da mulher faz com que ela busque apoio no parceiro, sujeitando-se aos caprichos dele ou a alguns dos fatores da convivência que agridem sua natureza.


Não há necessidade de extrapolar na dedicação para agradar o outro. Procure ser mais fiel a suas necessidades, pois assim você estará fortalecendo sua segurança interior, tornando a relação harmoniosa, e não uma dedicação neurótica.
Reverta essa condição de vida não somente para acabar com a flacidez das mamas, mas para evitar que ela continue evoluindo prematuramente. A mudança dessas atitudes colabora principalmente para a conquista da felicidade afetiva e para a realização pessoal na vida.
Acredite, você também é importante na vida daquele que lhe são caros. Não pelo que você faz por eles, mas pelo que representa na vida deles. Assim como eles são importantes para você, sua presença na vida dos outros é muito significativa.

Caso seu parceiro não seja capaz de admitir isso, não significa que você tenha que provar seu valor, empenhando-se em fazer tudo por ele. Pois se ele não tiver capacidade de reconhecer você como uma pessoa importante na vida dele, não serão suas dedicações exageradas que irão despertar isso nele.

Não seja mártir da família, anulando-se para manter a ordem no meio. Encontre um espaço para realizar suas vontades e viver sua própria vida. Assim, você ficará bem consigo mesma e conseqüentemente terá melhores condições para entregar-se a quem ama.


Seja você em tudo o que fizer, e não alguém com o compromisso de realizar as obrigações para agradar os outros. Encare os afazeres como opção, sem o peso da obrigação. Isso fará você sentir-se melhor na vida e no amor.


COCEIRA NAS MAMAS

Insatisfação com a dedicação ou forma como é tratada pelos outros

Metafisicamente, a coceira nas mamas, em primeira análise, representa um descontentamento por não dedicar-se com a mesma intensidade do sentimento, não fazer tudo aquilo que tem vontade para aqueles que lhe são caros. É a negação da vontade de entregar-se à pessoa amada ou dedicar-se intensamente a uma situação da vida.
No entanto, a causa metafísica mais freqüente desse sintoma é a insatisfação da mulher com o que tem recebido das pessoas, principalmente do parceiro, por ele não ser como esperava que fosse ou não fazer por ela aquilo que desejava dele.
A frustração de não ser amada, valorizada ou considerada alem de suas expectativas figura entre as principais causas metafísicas da coceira nas mamas.


Geralmente as mulheres se iludem, achando que, de uma hora para outra, seu parceiro vai melhorar a forma de tratá-la sem que nada precise fazer para isso. Elas imaginam que é só cumprir com suas obrigações que ele vai mudar sozinho. Raramente isso acontece, se elas não os orientarem e expressarem suas queixas.
Ainda assim, convém lembrar que a transformação dos outros dependerá exclusivamente deles. Por mais que você se dedique a esse objetivo, não espere uma completa mudança. Muitas vezes, basta ele melhorar o jeito de tratar você que já é suficiente para harmonizar a convivência.

Cada um tem sua própria maneira de expressar aquilo que sente. Em muitos casos, as mulheres desejam ser tratadas a sua própria maneira, por isso não consideram a forma que o parceiro, por exemplo, a trata. Afinal, aquela pode ser a forma que ele tem de expressar o que sente.

Caso o jeito dele não atenda aos seus anseios, não fique alimentando ilusões, parta para a ação. Ensine-o sobre posturas do relacionamento que talvez ele nem imagine serem necessárias ou simplesmente desconheça, por não ter aprendido a arte de conviver harmoniosamente com quem ama.
Não crie tantas expectativas, pois elas distanciam você da realidade, gerando insatisfações. Procure agir com ternura, manifestando todo o seu sentimento e expressando suas vontades, sem tantas cobranças. Lembre-se! Cada um dá aquilo que tem em seu coração. Não se pode esperar do outro algo que não existe nele.



Metafísica da Saúde Vol. 2


A FLACIDEZ DAS MAMAS PELA LINGUAGEM DO CORPO.

Toda Flacidez simboliza a falta de iniciativa e força de vontade para vencer. O simples fato de tocar a sua vida sozinho não significa viver plenamente e com fibras em seus atos. Está, na verdade, arrastando-se com dificuldades e sem alegrias,

O peitoral e as mamas expressam a coragem, a ousadia, a força interior que não se abala nem desaba, a mente ágil e dócil que não se confronta, mas que se contrai e se expande, moldando-se ao ambiente.

Se há gordura localizada nos músculos peitorais e flacidez das mamas, isso significa que a pessoa está guardando ressentimentos e que desistiu de lutar pelos seus objetivos, por sentir-se oprimida ou por acreditar que não pode mudar o destino.

Oportuno é o dito popular: "Tem de ter peito para enfrentar." Ter peito não significa agredir os outros para conquistar seu espaço e realizar seus sonhos, mas ser firme para não desistir de seus objetivos e ao mesmo tempo maleável, persistente e capaz de manter a excitação saudável da vitória.

Se você tem peito caído, observe seu próprio comportamento quando vê seus castelos ruírem: você os reconstrói com determinação, sem se lamentar e relembrar o que passou ou fica indignada, remoendo ressentimentos e sofrimentos?

Tenha peito para tomar decisões importantes e nunca inicie uma conversa apontando seu dedo para o outro. Isso seria uma demonstração de fraqueza de espírito. Assuma sempre as responsabilidades dos fatos, não culpe os outros e deixe que a sabedoria de Deus conduza você a um bom relacionamento. Afinal, sempre criamos o nosso destino através de pensamentos, palavras e atos.
Por isso devemos assumir a responsabilidade e mudar os fatos com a força do desapego, com amor incondicional, com firmeza e sem ressentimentos.

Seu inconsciente compreenderá que você se tornou uma pessoa de coragem e prudência e responderá positivamente, enrijecendo sua musculatura e tirando a função das incômodas gordurinhas de mostrar-lhe o quanto você se acovardava em assumir a sua vida e seus erros de julgamento ou de teimosia em querer que  tudo fosse do seu jeito.

Faça mudanças em sua vida ou aceite, docilmente, as mudanças que lhe são colocadas por outras pessoas. Se pretender rejeitá-las, diga sem medo o que pensa e sente. faça da sua vida um lugar agradável para você estar. nunca use a chantagem como recurso apelativo e jamais imponha a ninguém o que você deseja. Apenas respeite-se e coloque-se numa postura ativa e não só de espera.
As pessoas perceberão pelos seus atos o quanto você é firme em seus propósitos.

Aprenda, definitivamente, que não se deve esperar nada de ninguém, nem mesmo o reconhecimento, para não se frustrar.
com certeza você estará num novo campo vibratório, atraindo pessoas como você. continue com seus exercícios físicos e seus tratamentos normalmente, mas mude seu caráter para que os processos de beleza e de saúde sejam acelerados. Exercite o novo comportamento até que ele, pela força do hábito, faça parte de sua vida, pois tudo é condicionamento.
A vida ativa e os pensamentos elevados e alegres rejuvenescem o ser humano. Acredite!

A mulher que amamenta o filho não precisa, necessariamente, ficar com suas mamas caídas, isso não faz sentido para a linguagem do corpo. Somente ela sabe o que foi transformado em seu interior em consequência da gravidez. Muitas encaram a gravidez como "fim de linha", em todos os sentidos, e se jogam para dentro do lar para se realizarem como mães, mas se frustram quanto aos sonhos que almejavam, seja profissionalmente ou como mulher.

Na verdade, são raras as mulheres que ecaram a gravidez ou a vida de casada como extensão dos seus sonhos. A maioria "perde o peito" para tocar seu mundo pessoal. Se você acusa seu marido pelas suas frustrações, lembre-se do que expliquei linhas atrás sobre assumir  a responsabilidade da criação do seu próprio destino e pare de culpar os outros.

Se você partiu para um casamento e engravidou, foi uma opção sua, certo? Ainda que tenha sido forçada a isso, não significa que você não possa modificar as coisas. então tenha peito de assumir seus erros, com determinação, indo em busca de seu espaço.

Linguagem do  Corpo Vol.2 - Beleza e Saúde.


Veja também: http://causaemocional.blogspot.com.br/2014/01/tamanho-dos-seios-mamas.html

PROBLEMAS NO ÚTERO



(miomas e fibromas)
Deixar-se moldar pelo externo.
Não preservar sua natureza intima.


O útero é estimulado diariamente por hormônios e desnudado mensalmente em virtude da menstruação. O colo do útero, por exemplo, é extremamente vulnerável ao surgimento de vários tipos de tumores, benignos e malignos. Dentre os principais tumores benignos destacam-se os miomas, que se formam a partir dos tecidos musculares do útero; e os fibromas, que são menores constituídos principalmente por tecido conjuntivo fibroso que compõe o útero.
Metafisicamente, o útero é afetado quando a mulher se distancia das suas características básicas, assumindo posturas de vida que não correspondem a sua maneira de ser. Geralmente isso ocorre por ter sido muito criticada ou, ainda, por ter tido os piores resultados ao agir de acordo com seus princípios.

Ao perder a originalidade, a mulher passa a viver em função do meio, moldando-se aos outros e assumindo papéis sociais ou familiares. Tenta ser uma esposa perfeita, uma mãe exemplar, uma amiga ideal, etc. Essa postura gera comportamentos que atendem aos modelos estereotipados pela sociedade; no entanto, ela não condiz com sua natureza íntima. Portanto, o desejo de agradar aos outros ou adequar-se à sociedade pode sufocar a essência do ser que habita em cada um de nós. Essa conduta reflete no corpo em forma de complicações uterinas.

No mioma, metafisicamente a mulher culpa-se pelos transtornos vivenciados no emprego do seu próprio estilo numa determinada situação. Já no fibroma a mulher torna-se muito dura consigo mesma. Cobra de si uma conduta exemplar e não tolera os próprios fracassos.

Por isso, é importante refletir acerca de sua condição de vida. Não exatamente o que você conquistou em relação aos outros ou bens materiais; mas sim, quanto à preservação da individualidade e o cultivo de suas características peculiares, visto que isso promove, metafisicamente, a saúde uterina e também a realização pessoal.

Além do auto-abandono, convém avaliar também a maneira como você tem se relacionado consigo mesma, pois isso define a maneira como os outros vão tratá-la. Cada um recebe aquilo que cultiva no seu íntimo. Quem se abandona é esquecido; aquele que se anula, não é solicitado; a pessoa que não se valoriza, também não é valorizada, e assim por diante.

Procure proporcionar a você mesma tudo aquilo que espera dos outros; desse modo, você estará se preenchendo interiormente, bem como proporcionando condições para receber daqueles que a cercam algo que já existe em si mesma.
Assuma-se como mulher, com peculiaridades dignas de serem mantidas diante de quem quer que seja. Acredite, você é importante e especial. Caso os outros não tenham reconhecido os seus potenciais, valorize-se.

Procure se relacionar harmoniosamente com todos que a cercam. Estabeleça os acordos da convivência de maneira a preservar seu estilo e manifestar seus sentimentos.
Não espere que os outros preservem aquilo que é especial para você. Lembre-se, tudo o que você sente só existe em você, ninguém, por mais que lhe queira bem, é capaz de avaliar o quanto algo é importante para você, pois é você quem está sentindo. Por isso, não dependa exclusivamente da aprovação dos outros para realizar aquilo que é originalmente seu.
Seja fiel a sua natureza íntima, preservando-a. Não seja aquilo que os outros esperam de você. Encontre uma maneira de se relacionar com o ambiente e as pessoas sem comprometer a espontaneidade.


Metafisicamente, para resolver os problemas uterinos volte a ser quem você era no passado. Resgate suas próprias características, que foram deturpadas no curso da sua existência relacionamentos turbulentos e os papéis assumidos turvaram a percepção de si mesma, mascarando seus sentimentos; encontre-se e resgate sua originalidade.


Metafísica da Saúde Vol. 2






A Causa Metafisica da Endometriose


O endométrio é um revestimento do útero que produz substâncias nutritivas e muco para nutrir o óvulo no caso de ocorrer fecundação e ele se implantar no endométrio.

Metafisicamente é a tentativa da mulher em se afirmar como pessoa diante daqueles que a cercam. O mecanismo adotado para alcançar esse objetivo é o de querer que os outros sejam iguais a si, que pensem e ajam à sua maneira. “se todos forem iguais a mim, não vou me sentir inadequado”.Isso representa não estar seguro quanto ao seu próprio jeito de ser.

Ficar seguro de que temos o direito de ser diferente dos outros, agir a nossa maneira sem querer "forçar a barra" para que as pessoas também sejam assim; respeitar o nosso estilo e deixar que cada um faça a sua maneira.



Metafísca da Saúde - Valcapelli





Cisto de Ovário e Ovário Policístico



quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

GENGIVITE

                              FALTA DE SEGURANÇA EM TOMAR DECISÕES



"A relação metafísica da gengivite está ligada ao auto-apoio, quer dizer, não se deixar contaminar pelas opiniões alheias, acreditar que sua decisão é a mais acertada e não se deixar levar pelas indagações dos outros. 

A gengiva frágil ou demasiadamente sensível representa insegurança e falta de confiança em si próprio. 

O sangramento na gengiva ocorre nas pessoas que se perdem na segurança interior, que se atrapalham quando precisam defender seus pontos de vista. 

Esse estado representa a frustração da pessoa por não conseguir sustentar as decisões nem se manter firme em seus propósitos. Em decorrência disso surge uma exaltação interior. E um estado de irritabilidade que provoca incertezas acerca do modo de pensar, perda da autoconfiança e distanciamento de seus princípios."


Metafísica da Saúde - Vol. 1

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

BOCEJO

MOBILIZAÇÃO ORGÂNICA PARA REFAZER-SE DO DESGASTE FÍSICO OU DA
PERDA ENERGÉTICA
DESPRENDIMENTO DA NEGATIVIDADE AGREGADA


O bocejo aumenta a ventilação pulmonar, favorecendo o processo de troca gasosa. Na respiração normal, aparentemente nem todos os alvéolos dos pulmões são ventilados igualmente, alguns periodicamente se fecham e são abertos pela longa e profunda inspiração do bocejo.
Segundo a filosofia hindu, na molécula de oxigênio encontra-se agregada uma importante energia vital chamada prana". Desse modo, o bocejo, que promove a "hiperventilação" pulmonar e maior absorção do ar inspirado, além de ser um importante mecanismo do corpo para repor as energias consumidas pelo esforço físico, também promove a captação energética e o desprendimento da negatividade agregada.
Quando nos encontramos cansados, após um longo dia de atividades, o organismo reage com o bocejo. Nesse caso ele é um sinal de que precisamos dormir para repor as energias consumidas no trabalho.
Algumas vezes bocejamos sem estarmos desgastados pelo esforço físico. Não são apenas as atividades que absorvem nossa energia. Podemos doar energia a uma pessoa doente, ou ainda ser sugados por alguém que se encontre com baixa vitalidade. Quando isso acontece, esse mecanismo de recarga é imediatamente acionado.
Doar energia para alguém adoecido é um gesto saudável. O doente está em conflito e num emaranhado psíquico, e ele não consegue por si só repor as energias necessárias para o restabelecimento de sua saúde e vitalidade.
No entanto, dar abertura para ser sugado energeticamente por alguém é ficar descompensado das forças necessárias para a realização de seus afazeres. Desprender energias para terceiros não vai resolver a condição deles; pode, sim, comprometer sua atuação na vida.
A baixa energética que você sofre por ter sido sugado reduz sua intensidade de atuação na vida. O empenho nas atividades é reduzido, e conseqüentemente seu aproveitamento é menor do que se você usasse todas as suas forças em prol de seus objetivos. Nesse caso, obteria melhores resultados do que permitir que os outros levem parte de suas energias sem pedir licença.
Isso ocorre porque nos identificamos com o problema dos outros. Mesmo nada podendo fazer, ficamos preocupados com a condição alheia e queremos de alguma forma ajudar. Essa postura, além de causar desgaste psíquico, abre os canais energéticos por onde se esvaem nossas forças. Queremos tanto colaborar que ficamos displicentes para com as nossas próprias coisas.

Essa atitude demonstra que damos mais importância aos outros do que a nós mesmos. O que nos leva a isso é a baixa estima e falta de amor-próprio. Quem se ama cuida de si e preserva a vitalidade, não fica envolvido com os problemas dos outros a ponto de esquecer os próprios desafios e comprometer seus afazeres.

Não aja de forma a beneficiar os outros e prejudicar a si. Não adianta ser bom para as pessoas e displicente para consigo. Desse modo, você não estará ajudando, mas sim se atrapalhando. A vida proporcionou-lhe condições físicas e energéticas, saiba aproveitá-las bem. Não permita que suas baterias energéticas sejam freqüentemente descarregadas. Quem pode estar precisando de você, nesse momento, é você mesmo.

Metafísica da Saúde Vol. 1

ESPIRRO

IMPULSO DE DEFESA CONTRA IDÉIAS OU ENERGIAS NEGATIVAS


O espirro pode ser descrito como uma espécie de tosse, que ocorre nas vias respiratórias superiores. Ele tem a finalidade de limpar a passagem do ar na região do nariz.
Essa região é sensível à identificação das substâncias absorvidas pelo ar. O organismo reage prontamente às invasões de vírus, bactérias e resíduos inalados. A primeira reação orgânica a essas interferências é o espirro.
Do mesmo modo, quando você está diante de pessoas negativas, e essas energias nocivas começam a envolvê-lo provocando um desconforto, ocorre uma predisposição metafísica ao espirro. Como o ponto de vista dos outros é completamente contrário ao seu e pode causar confusão interior, o sistema de defesa reage para expulsar essa sensação desagradável por meio do espirro.
Assim, portanto, o ato de espirrar representa um mecanismo de defesa, não somente de substâncias inaladas, mas também contra idéias, conceitos ou energias negativas que nos afetam, oriundas do ambiente, de nossa própria mente, das esferas extrafísicas ou do mundo espiritual.


Vamos compreender melhor cada um desses aspectos que nos afetam energeticamente.
No tocante às forças nocivas que procedem do ambiente, elas partem da matéria ao redor. Nos objetos são impregnadas as energias dos acontecimentos que os envolveram. Nosso contato com eles pode acionar o espirro. Nesse caso, o corpo sinaliza que estamos sendo envolvidos pelas forças negativas. Uma circunstância que expressa isso ocorre quando estamos mexendo em peças antigas ou em papéis velhos, e somos acometidos por espirros. Se não tivermos um histórico de alergia a pó, prevalece a causa metafísica desse sintoma: é a repulsa às energias existentes naquele material.

O mesmo ocorre se estivermos sendo bombardeados pelos pensamentos dos outros com intenções destrutivas, ou, como são conhecidos popularmente, "olho gordo" e "mau-olhado". Quando isso acontece, acionamos nosso mecanismo de defesa e subitamente começamos a espirrar. Mesmo não tomando consciência desse ataque energético, nossa reação defensiva é acionada pelos níveis inconscientes.

O espirro pode ser acionado também por nossa própria mente. Ao imaginarmos situações negativas e começarmos a ser contagiados por elas, o organismo pode reagir com espirros. Infelizmente, o corpo não avisa todas as vezes que entramos nas ondas de negatividade. Se fosse assim, espirraríamos com mais freqüência e não cultivaríamos pensamentos nocivos por tanto tempo.
Por fim, existem as interferências energéticas provenientes da esfera extrafísica. Estas afetam mais as pessoas que têm uma sensibilidade aguçada. Elas podem manifestar crises de espirros quando estão sendo assediadas por entidades espirituais maléficas. Assim que essas forças invadirem sua aura, suas defesas energéticas são acionadas e o corpo pode responder em forma de espirro, demonstrando a repulsa pelo que está captando.
Como podemos perceber, são tantas as condições metafísicas que levam a uma crise aguda de espirro que se torna difícil identificar a procedência dos conteúdos negativos que estão nos atingindo na hora do espirro. Assim, portanto, se você tiver vontade de espirrar, faça uso desse impulso físico, espirre, para intensificar o propósito de eliminar a negatividade.
Algumas pessoas têm o hábito de segurar o espirro. Isso revela uma dificuldade de se posicionar a seu favor. Quando estão sendo criticadas, elas não conseguem revidar as acusações, ficam caladas. De certa forma a educação formal induz esse comportamento. Ser sincero, falar as verdades, defender-se prontamente não são procedimentos simpáticos ao formalismo.
Para manter a saúde e o bem-estar é necessário administrar seus impulsos e não os reprimir.

Metafísica da Saúde vol. 1

TOSSE

REPRESSÃO DOS IMPULSOS AGRESSIVOS E DESEJO DE ATACAR

A tosse é um reflexo de defesa para desobstruir as vias aéreas inferiores. É uma espécie de explosão que expele qualquer material estranho e muco agregados às vias respiratórias.
O ato de tossir está relacionado ao desejo inconsciente de eliminar as crenças e valores absorvidos ao longo da vida que provocam os conflitos internos. Ela surge normalmente como um sintoma de alguma doença respiratória, representando a necessidade de se desprender da confusão interior e o desejo de revidar as agressões sofridas que permaneceram reprimidas.
A manifestação desse sintoma demonstra que a pessoa está “explodindo” por dentro. Como essa explosão não é verbalizada, ela se manifesta em forma de tosse.
À medida que a pessoa for se desvencilhando desses conteúdos agregados interiormente, a tosse ameniza. Quando ela persistir, é porque a pessoa está resistindo em se desprender daquilo que a incomoda profundamente.

Aqueles que estão dispostos a se renovar adotam uma postura que favorece a liberação dos conteúdos nocivos e conseqüentemente abreviam a manifestação do sintoma da tosse.

Metafísica da Saúde vol. 1


Tosse segundo Cristina Cairo:
“Representa a raiva que “não sai da garganta”.
Se você está vivendo um problema com alguém para quem sua opinião não vale nada, se alguma pessoa o está deixando constantemente furioso e é impossível confessar-lhe essa raiva, ou se você está sendo obrigado a aceitar uma determinada situação contra a sua vontade, sua garganta ficará congestionada e sensível.
Os pigarros demonstram a tensão nervosa por estar emocionado com algum acontecimento sem, entretanto, poder demonstrar esses sentimentos. O mesmo pode-se dizer das tosses incessantes. Os acontecimentos que desencadeiam tosses ou pigarros são, muitas vezes, sentimentos e pensamentos rápidos e secretos de incômodo relacionado a algum ambiente, assunto ou pessoa.
Em certas ocasiões, o importante é relaxar, respirar e analisar, calmamente a situação. Enquanto você estiver supervalorizando o acontecimento, suas emoções serão fortes e desequilibradas.
Fale o que pensa, chore se for necessário, mas libere o seu interior, evitando assim ficar sufocado pelos seus pensamentos”.

PNEUMONIA

CANSAÇO DA VIDA
IRRITAÇÃO POR TER SE DOADO MUITO AOS OUTROS SEM HAVER A TROCA


E um processo inflamatório, geralmente agudo, comprometendo os alvéolos, os bronquíolos e os espaços dos tecidos pulmonares. Pode ser originada por bactérias, vírus, fungos ou parasitas.

Nos adultos é mais freqüente a pneumonia bacteriana, causada pelo pneumococo. Nas crianças predomina a de origem viral.

A doença começa com uma infecção nos brônquios e nos alvéolos, afetando uma parte dos pulmões. Na pneumonia, o gás carbônico é eliminado adequadamente, mas o oxigênio diminui sua concentração no sangue.

A pneumonia reflete um estado interior de cansaço da vida, causado por ferimentos, decepções ou preocupações excessivas, que levam a pessoa ao desespero seguido de desânimo.

Metafisicamente, a pessoa fica vulnerável a contrair a pneumonia quando perde o prazer e o entusiasmo pela vida e se sente desanimada. A doença representa a somatização do estado de apatia, provocando no corpo a redução do oxigênio na corrente sanguínea.

O que leva alguém a desanimar-se tão profundamente a ponto de somatizar a pneumonia? Geralmente a desilusão com alguém muito importante em sua vida afetiva: um pai que se decepciona com o filho, decepção conjugal, etc.; ou, ainda, cansar-se de lutar em vão, sem conseguir resolver a situação. Problemas dessa ordem podem levá-lo a esgotar suas forças e perder a vontade de viver.

Vale lembrar que a desilusão é a visita da verdade. Toda vez que você se decepciona, é que estava iludido. Esperava tanto de alguém e se surpreendeu com o fato de que aquela pessoa não é como você imaginava que fosse.

Existe outro fator interno que é a principal agravante dessa perda de interesse pela vida: é o fato de você considerar ter feito tanto pelos outros e nada ter recebido em troca. O que provoca isso é a mania de ser prestativo e generoso. Enquanto você se incumbe de realizar quase todas as tarefas, os outros permanecem acomodados.
Desse modo, seu relacionamento com os familiares torna-se uma "via de mão única", vai e não volta, ou seja, você faz tudo por eles sem receber nada em troca. Essa postura gera profunda irritabilidade, chegando ao ponto de não suportar mais a situação, que no fundo você mesmo criou.

Isso pode acontecer até com uma criança. Na cabeça dela, tudo que precisa ser feito recai sobre si, ninguém faz nada em casa. Só porque ela vai à padaria ou desempenha alguma atividade em benefício do lar, pensa que só ela faz tudo e os outros não fazem nada. Enquanto a criança estiver encarando a situação dessa forma, se alguém lhe pedir algo, ela responderá: "Tudo eu!"

Isso demonstra sua irritação com as solicitações, porque ela está se sentindo explorada. Até esse momento, sua condição interna não seria suficiente para contrair a pneumonia, mas já é um passo. Caso venha a sofrer uma decepção qualquer, pode achar que fez demais e não foi reconhecida. Isso desanima e provoca a complicação emocional da doença.

Outro exemplo é de uma dona de casa que se desdobra para atender às necessidades da família. Ela chega ao ponto de pensar: "O que seria deles se não fosse eu aqui". Quando sofrer alguma decepção com um ente querido, poderá desenvolver o padrão metafísico da pneumonia.

Toda essa abordagem nos leva a compreender que, quando executamos alguma tarefa no lar ou no trabalho, devemos fazê-la com prazer, porque, além de nos beneficiarmos, estaremos também facilitando a vida de alguém que nos é querido, ou contribuindo em prol de um objetivo.

Não podemos nos empenhar visando apenas os resultados compensadores. Os conteúdos de toda experiência são sempre uma lição. Se os resultados forem bons, nos motivarão a seguir naquela direção; caso contrário, sinalizam que devemos mudar a postura e seguir para outra direção. Pode-se dizer que os bons ou maus resultados são uma espécie de sensor que norteia nosso fluxo pela vida.

Ter um senso de autovalor evita tornarmo-nos dependentes da consideração dos outros, pois isso nos leva a cometer exageros no empenho e dedicação a eles ou aos afazeres, acabando por provocar um grande desgaste e um profundo desânimo quando não nos sentirmos recompensados.

Metafísica da Saúde Vol.1

ASMA BRÔNQUICA

SENTIMENTO DE INFERIORIDADE DISFARÇADO PELO
DESEJO DE PODER E CONTROLE DO AMBIENTE



Trata-se de doença crônica pulmonar, caracterizada por hiper-reatividades brônquicas, levando à obstrução das vias respiratórias. A asma é reversível, espontaneamente ou após um tratamento. A crise de asma manifesta-se com tosse, chiado no peito e falta de ar. Pode ser desencadeada por alérgenos, infecções virais, exercício físico, emoções, poluentes, fumo e alterações bruscas de temperatura.

A asma é geralmente causada pela sensibilidade às substâncias alérgicas, difíceis de serem identificadas. Acredita-se que o espasmo brônquico representa uma resposta alérgica à exposição direta ao alérgeno inalado ou ingerido.
Conforme estatísticas publicadas no Manual Merck de Medicina, em 10% a 20% dos asmáticos, a crise é precipitada por alérgenos, mais comumente pólens transportados pelo ar, poeira doméstica, pêlos de animais e outros anexos animais; em outros 30% a 50%, parece ser deflagrada por fatores não-alérgicos, como infecção, odores irritantes, tais como tinta fresca, gasolina, ar frio, fumo, etc., e fatores emocionais.
Desde o tempo de Hipócrates comentava-se que existia a associação entre problemas emocionais e a precipitação de ataques asmáticos.A relação dos fatores emocionais como agravantes de alguns casos de crises asmáticas é comprovada pela psicologia, que possui hoje muitos casos registrados, nos quais os ataques foram iniciados mais por acontecimentos do que pela presença de um antígeno específico.
O relato mais conhecido é chamado "asma das rosas", em que o paciente entra em crise sempre que estiver diante de rosas. A crise surge também quando lhe apresentam uma rosa artificial. Outros casos relatados de precipitação dos ataques asmáticos são aqueles que ocorrem em uma hora regular do dia, quando a pessoa ouve uma certa música ou fala de um determinado assunto.
Outra situação que pode provocar uma crise na pessoa é quando acontece algo que lhe causa muita alegria, num impulso espontâneo em que ela exterioriza a alegria por meio do riso. Nesse momento pode surgir uma crise, pois a dificuldade do asmático consiste na exteriorização do sentimento. Ele não permite se expor abertamente, e, quando o faz, imediatamente se reprime, voltando a se fechar. Esse mecanismo interior aciona a crise asmática.

A crise caracteriza-se por uma contração dos brônquios menores e bronquíolos (pequenos condutos pelos quais o ar penetra nos pulmões), desprovendo assim de oxigênio, em quantidades apropriadas. O asmático faz força para inspirar profundamente, e a expiração é mais difícil e prolongada, por causa do bloqueio das vias respiratórias.
Quem sofre de asma tenta receber atenção e afeto em demasia, por isso inspira com força e absorve tanto ar que os pulmões ficam demasiadamente inflados. A crise é provocada na eliminação do ar. Esse mecanismo orgânico dá a sensação de estar expondo seus conteúdos internos, que são muito diferentes daquilo que tenta mostrar aos outros. O asmático quer absorver tudo e não expelir nada, e isso causa a sensação de asfixia, conseqüentemente o espasmo brônquico. Metafisicamente, ele anseia por amor e não consegue ser amável.
A relação do asmático com as pessoas de seu convívio costuma ser complicada, porque sua atitude fere os princípios de um relacionamento saudável, em que é preciso haver a troca. A própria vida requer constante troca com o ambiente, por meio do ar que é inspirado e exalado a todo instante. O mesmo é necessário haver nas relações humanas. É justamente nesse ponto que repousa a maior complicação do asmático: ele só quer receber, sem nada fazer em troca. Exige que seus entes queridos façam tudo por ele.

Toda vez que um asmático considerar que não está recebendo atenção suficiente, ele se isola. Por mais que seus familiares façam alguma coisa por ele, nunca o satisfazem, espera receber sempre mais. A contração brônquica, que precipita a crise asmática, é o reflexo do estado de isolamento. Com a oclusão dos brônquios não há interação do ser com o meio.
Diferentemente do que aparenta, o asmático não expõe seus verdadeiros sentimentos. Mostra ser uma pessoa comunicativa e às vezes até sentimental, com o propósito de chamar a atenção e impressionar os outros. Seus sentimentos, como inferioridade, inadequação, etc., não são revelados para ninguém. Geralmente, nem ele mesmo tem consciência dessa condição de inferioridade que existe em seu íntimo. Ele não assume seus pontos fracos para si, tampouco para os outros; ao contrário, procura mostrar-se superior.
Sua vida não é conduzida de acordo com seus próprios valores. Molda-se de acordo com a dinâmica do ambiente, adotando comportamentos bem conceituados, para ser reconhecido. Agindo assim, está considerando mais os outros do que a si mesmo. Quando uma pessoa estiver querendo chamar a atenção de todos que estão à sua volta, é que a opinião deles é mais importante do que aquilo que ela está sentindo. Para manter a harmonia interior é necessário dar credibilidade a seus sentimentos e não depender do aval dos outros.

A asma é caracterizada metafisicamente por um conflito entre o sentimento e o desejo. O asmático se sente inferior e deseja ser o centro das atenções da família.
Desse modo, conclui-se que o comportamento adotado pelo asmático para se promover não passa de um disfarce para esconder seu sentimento de inferioridade.
O sentimento de inferioridade seguido do egocentrismo atrai para si pessoas dominadoras, que passam a controlar sua vida. O asmático quer a todo custo dominar os outros. Se ele não consegue, ou se for dominado por alguém, isso o deixa "arrasado", podendo até precipitar freqüentes crises.
Quando não consegue exercer poder sobre o ambiente, utiliza-se das crises para chamar a atenção de seus familiares. Ele põe em risco a saúde para ser o centro das atenções, tirando proveito da própria ruína. Obviamente, esse é um mecanismo inconsciente.

A doença requer cuidados especiais das pessoas ao redor. E necessário afastar os animais de estimação, remover o pó, manter a casa limpa e higienizada, tudo para evitar que ele entre em crise. Mediante esses cuidados a favor do bem-estar do asmático, ele monopoliza a atenção daqueles que o cercam, exercendo assim, uma espécie de controle sobre o ambiente.

A asma é mais comum em crianças. É nessa fase que se busca uma maneira de lidar com as próprias sensações e conquistar seu espaço no ambiente. Como o mundo da criança gira em torno da família, esta representa seu maior valor afetivo. Assim, portanto, a problemática interior do asmático está mais freqüente no lar. Se a condição metafísica for específica aos familiares, os mesmos fatores alérgicos que dentro de sua casa provocam crises de asma, quando inalados em outros recintos não afetam tanto.
Quando a asma se estende à adolescência e até à fase adulta, isso representa que a pessoa não se resolveu interiormente, arrastando para o convívio social seu sentimento de inferioridade. Nesse caso, a inalação dos fatores alérgicos em qualquer ambiente provocará a mesma reação da doença alérgica.
E difícil para um asmático admitir a si mesmo sua condição emocional de inferioridade. O mecanismo de compensação é acionado porque ele não aceita sua verdade interior. Prefere fugir disso, conquistando à sua volta uma situação contrária. Por mais que se sobressaia perante os outros, não resolve aquilo que traz dentro de si. É preciso encarar sua realidade, desenvolver a auto-estima. Não dê tanta importância aos outros, senão você se torna dependente deles e isso dificulta o fortalecimento interior e o faz sentir-se pior ainda.


Metafísica da Saúde Vol. 1


BRONQUITE

DIFICULDADE DE RELACIONAR-SE COM O AMBIENTE
SENTIR-SE AGREDIDO E NÃO SABER COMO SE EXPRESSAR
TER NECESSIDADE DE CHAMAR A ATENÇÃO, ISOLAR-SE OU FAZER CHANTAGEM


A inflamação dos brônquios revela um estado emocional de desconforto e irritabilidade acerca do que se passa ao redor. Essa condição é desencadeada pela falta de habilidade em lidar com os fatores internos frente às situações.
Quem tem seus brônquios inflamados geralmente vive num ambiente tumultuado, com atritos e discussões, ou num silêncio demasiado, em que não há diálogo entre as pessoas. Ambos os casos podem causar medo de se expressar e ser tratado com estupidez ou com indiferença. Em virtude disso, algumas pessoas afetadas pela bronquite preferem se isolar e permanecer caladas; outras recorrem ao exibicionismo para chamar a atenção; existem, ainda, aquelas que se revoltam e se tornam rebeldes.
No caso de crianças, anseiam serem aceitas pelos pais. Sentem-se inadequadas e têm necessidade de aprovação. Isso faz com que fiquem o tempo todo querendo agradá-los. Como não são hábeis para se expor, exageram no comportamento, acabando por serem mal interpretadas e em muitos casos reprimidas.
Quem sofre de bronquite não expressa aquilo que sente, está sempre procurando um jeito certo para se colocar. Costuma sufocar sua essência para agradar os outros. De uma maneira ou de outra, "força a barra" para se relacionar com as pessoas e não age com naturalidade.
Existem aspectos específicos a serem considerados para os casos agudos e crônicos.
Bronquite aguda é uma inflamação da mucosa brônquica que se desenvolve durante ou após um resfriado comum ou outras infecções geralmente virais das vias aéreas superiores. Quando os brônquios se inflamam, instala-se uma tosse inicialmente seca e posteriormente muco-purulenta, com sensações ásperas na parte superior do peito e, ocasionalmente, falta de ar e chiado no peito.

A característica básica da postura interna que somatiza a bronquite aguda corresponde a uma fase que a família está atravessando. Nesse período, a pessoa fica abalada com a situação, sentindo-se agredida pelo que está acontecendo. Trata-se de uma situação nova em sua vida, que, por não saber lidar bem com ela, se torna confusa. Vejamos alguns exemplos que podem desencadear esse quadro em você: o processo de separação dos pais, a presença de alguém que vem morar em sua casa e passa a ser o centro das atenções, comprometendo a harmonia do ambiente.
Raramente a problemática está relacionada com o ambiente de trabalho, porém em alguns casos é nesse campo que repousa a confusão interior. Assim sendo, os acontecimentos que provocam a manifestação da bronquite aguda podem ser: uma ameaça de ser mandado embora, um risco de falência da empresa ou, ainda, a contratação de alguém para trabalhar em seu departamento que, de certa forma, representa uma ameaça ao seu emprego ou à harmonia do ambiente de trabalho.
À medida que se resgata a ordem interior e se conquista a harmonia no ambiente, a manifestação da bronquite aguda deixa de existir.
Sobre os sintomas da bronquite aguda, convém salientar que a aspereza da relação entre as pessoas de seu meio se manifesta na forma de sensações ásperas na parte superior do peito. A tosse demonstra que existe algo profundamente arraigado a ser expresso. Na medida em que a pessoa se propõe a falar a respeito, isso gera condições metafísicas para suavizar os sintomas.
Bronquite crônica é uma inflamação brônquica de longa duração, com tosse persistente e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos.
Os casos crônicos estão relacionados com a persistência na problemática interior que foi apresentada anteriormente. Melhor dizendo, criaram-se vícios de comportamento, e a pessoa insiste em agir de maneira indevida. Ela não consegue resolver sua dificuldade de lidar com o ambiente. Freqüentemente depara com estupidez ou indiferença e ainda não sabe como se posicionar. Mesmo assim, não desiste de ser considerada pelos outros ou de ser o centro das atenções.
Será que adianta insistir nisso? Que tal desistir? É isso mesmo! Deixar todo mundo de lado e se ocupar mais com você mesmo, dar mais importância a suas próprias coisas. A sugestão é que você dê mais atenção a si do que aos outros.
A autovalorização e o amor-próprio são fatores determinantes para se obter o reequilíbrio interior.
Dê mais importância ao que você sente do que ao que os outros podem falar ou pensar a seu respeito. Apóie-se, para não depender da aprovação de ninguém. Não é se anulando que isso o fará integrar-se ao ambiente. Valorize seu jeito de ser. Seja a todo instante, e cada vez mais, você mesmo.


Metafísica da Saúde Vol. 1


GRIPE OU RESFRIADO

CONFUSÃO INTERIOR
DESPREPARO PARA LIDAR COM AS MUDANÇAS
FALTA DE CONFIANÇA NO NOVO



A rigor não existe na medicina uma doença chamada gripe. Esse termo é comum para designar um resfriado. O resfriado é um processo infeccioso das vias aéreas respiratórias superiores causado pelo vírus "influenza". Esse vírus não se restringe ao nariz, difunde-se por toda a circulação, provocando cansaço, indisposição e fadiga muscular.
Os casos de gripe geralmente ocorrem durante algum tipo de mudança. Podem não ser transformações significativas, basta ser uma situação inusitada, em que você se atrapalha para adaptar-se a nova dinâmica, ou ainda a simples perspectiva de mudança que o deixa amedrontado.

A maior agravante nessas situações é o apego ao passado.
Isso impede que a pessoa se dedique ao novo, permanecendo ligada às atividades corriqueiras. Esse procedimento é desgastante para o físico e o mental, causando uma baixa resistência, e conseqüentemente torna-o vulnerável ao contágio da gripe.

Quando a gripe se instala em seu organismo, demonstra que você está atravessando ou acabou de passar por um período de muita confusão interior. Esse estado é um somatório de pequenas coisas com as quais você não tem habilidade para lidar. Acaba por atropelar-se, querendo resolver tudo ao mesmo tempo. Não consegue manter uma dinâmica coerente com sua capacidade, extrapola os limites e fica estressado.

Somados a isso tudo, existem também os palpites e as especulações dos outros, que atrapalham ainda mais, porque você se deixa afetar por insinuações negativas acerca de algo que já é difícil para ser resolvido, aumentando ainda mais sua confusão interior. As pessoas "gripáveis" ou constantemente afetadas pelo vírus da gripe são as que se contagiam facilmente com a negatividade alheia, gerando uma atmosfera de pessimismo e derrotismo. Seu despreparo e falta de habilidade em lidar com a situação é que as tornam vulneráveis aos outros e, conseqüentemente, ao contágio do vírus.

A gripe surge como a expressão do desejo inconsciente de fuga, é um álibi perfeito para você se afastar das situações desagradáveis e conflitantes do cotidiano. A enfermidade requer repouso. Ê a pausa de que você precisa mas não se permite dar. Até o apetite é acentuadamente reduzido, demonstrando sua dificuldade em aceitar os novos episódios da vida. No íntimo, você já está "cansado de tudo", não quer mais nada, só um tempo para a sua "cabeça" e para se refazer física e emocionalmente.

Só assim para você se dedicar mais a si mesmo. De outra forma, não descansaria enquanto não estivesse tudo na mais perfeita ordem. É de praxe cuidar de tudo e de todos menos de si mesmo. Agora é sua vez. Mesmo querendo fazer muitas coisas, seu corpo não tem mais energia, exige repouso.

Não espere chegar a esse ponto para atender às solicitações do corpo. Respeite seus limites físicos e mentais. Saiba se desprender do velho e abraçar o novo, confiante de que será bem-sucedido.

Além dos casos individuais de gripe, existem fases em que ela se torna coletiva. Obviamente o contágio e os fatores climáticos favorecem a epidemia, no entanto não se pode negar os fatores internos de cada pessoa, haja vista existirem nessa mesma época crises que afetam a sociedade desencadeando o mecanismo interior, que determina a vulnerabilidade metafísica para a gripe. Trata-se de períodos em que o negativismo social torna-se contagiante. Isso ocorre em face de alguma transição social, política ou econômica, que provoca a instabilidade e, conseqüentemente, uma série de dúvidas, medos e incertezas na população.

Os sintomas da gripe, como espirro, tosse, etc., apontam mais elementos sobre o estado interno. Convém você consultá-los para compreender ainda mais os conflitos emocionais que causaram essa moléstia.


Metafísica da Saúde Vol. 1

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

GASTRITE

ATIVIDADE MENTAL PROPORCIONALMENTE MAIOR AOS FATOS




Gastrite significa inflamação do estômago. A rigor não existe uma doença com o nome específico de gastrite, já que. uma ampla variedade de agentes irritantes pode produzir a inflamação no estômago. Esse termo é comumente usado para explicar queixas triviais, como azia, queimação do estômago e perturbação da digestão, sem provas clínicas ou anatômicas válidas. Na ausência dessas provas, muitos casos de gastrite são na realidade esofagite ou úlcera gástrica.

Dos problemas gástricos, a gastrite é um dos primeiros sintomas a se manifestar. Seu surgimento está associado à postura interna do indivíduo de engolir as emoções básicas e ficar imaginando e argumentando os fatos na esfera mental.

A pessoa não apresenta habilidade para lidar com seus aborrecimentos de forma consciente. Ao contrário disso, adota atitudes extremistas diante de conflitos que lhe provocam raiva. A atitude mais comum do indivíduo frente a alguma situação é engolir seus sentimentos ou exagerar em sua agressividade. Seja qual for a maneira com que age, provoca um aumento na secreção dos sucos gástricos, que afetam as paredes do estômago.

Não demonstrar a agressividade ou exagerar sua dose, além dos desarranjos estomacais, provoca profundo desconforto na pessoa. Ela opta por não ofender nem agredir os outros, entretanto falta com o respeito para consigo mesma. Sua opção é feita no sentido de respeitar os outros e se auto-agredir. Elaborar de maneira consciente as emoções provocadas por algumas situações da vida evita os desarranjos estomacais.


METAFÍSICA DA SAÚDE VOL.1

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

PRESSÃO BAIXA

PRESSÃO BAIXA
Fuga pelo esquecimento.
Desejo de abandonar tudo



A pressão baixa é caracterizada pelo comportamento de fugir dos acontecimentos, inconscientizando as situações conflitantes. As pessoas afetadas pela pressão baixa, sempre que se deparam com episódios difíceis negam-se a enfrentá-los, querem esquecer que estão passando por tais problemas.
São derrotistas e sentem-se incapazes de superar alguns obstáculos do cotidiano. Não têm suporte emocional para lidar com as confusões do meio. Frustam-se com facilidade, principalmente quando algo sai diferente daquilo que imaginam.

A maioria dos acontecimentos inusitados provoca-lhes muita tensão, ficam confusas e embaraçadas diante dos problemas da vida pessoal. Decepcionados, recorrem ao isolamento; evitam até tocar no assunto para não sofrer ainda mais. Essa condição diminui sua capacidade de deixar fluir seus sentimentos.

A sobrecarga das tensões acumuladas provoca um desejo de abandonar a situação, para não se deparar mais com as confusões.
A queda de pressão pode chegar ao ponto de causar desmaios. A perda da consciência é uma condição oportuna, para a pessoa não assumir suas responsabilidades frente aos conflitos da convivência. Esse estado proporciona a sensação de que o problema desapareceu; mas, na verdade, a ausência da consciência não poupa as pessoas daquilo que elas têm para resolver em suas vidas.

As pessoas afetadas pela pressão baixa se deixam influenciar pelos outros ou pelas situações da vida. São propensas a se fazer de vítimas, colocando-se na condição de fracas e indefesas; geralmente caem nas garras dos dominadores, subjugando-se aos domínios dos outros.
Aceitar os obstáculos da vida e se propor a mobilizar seus potenciais para superar os desafios representa grande demonstração de coragem e força.

Todos passamos por situações difíceis, mas somente aqueles que não se deixam vencer conquistam uma vida saudável e feliz. E importante não se render diante das dificuldades da vida, nem tampouco se deixar abater pelas situações desagradáveis, entregando-se às frustrações.

Sinta-se em condições de resolver tudo aquilo que a vida impõe no seu caminho. Encare de frente seus problemas; não adianta sair pela tangente ou deixar para depois aquilo que deve resolvido hoje.
Confie em você e não dependa do auxílio dos outros para solucionar aquilo que cabe exclusivamente a você. 



METAFÍSICA DA SAÚDE VOL. 2

PRESSÃO ALTA

PRESSÃO ALTA
Fuga através da preocupação ou dedicação excessiva aos afazeres.



No âmbito metafísico, as pessoas que sofrem de elevação na pressão arterial geralmente vivem cercadas de problemas. Para fugir ao desconforto provocado pelas situações mal resolvidas, apelam para o trabalho, assumindo uma sobrecarga de atividades.
Quando não existe essa possibilidade, ou seja, não têm o que fazer, elas começam a se preocupar com os problemas dos outros. Querem encontrar soluções para os conflitos alheios, deixando de lado suas próprias dificuldades.
Vale lembrar que a solução de qualquer problema está dentro da própria situação, nunca fora dela. Portanto, não adianta mobilizar-se para o mundo lá fora achando que as coisas ruins no seu meio vão desaparecer.
Não encarar de frente os problemas faz com que permaneçamos cercados por eles e distantes das soluções.
As soluções começam a surgir na medida em que vamos desvendando o emaranhado que nos cerca. Conforme vamos conhecendo a real problemática, começam a surgir idéias e alternativas para melhorar a situação.
Focar a atenção para as complicações aumenta a chance de solucionar aquilo que nos aflige. Somente assim fortalecemos nossas bases emocionais. Estar bem interiormente é fundamental para sermos bem-sucedidos, realizados e felizes.

Distorcer o foco de atuação é viver em função do trabalho ou preocupado com os problemas dos outros. Essa conduta só adia os problemas e não resolve absolutamente nada daquilo que nos aflige. Cedo ou tarde teremos que encarar nossos próprios conflitos. Não adianta protelar; é necessário atuar naquilo que não está em harmonia no ambiente.
Pare de viver em função dos outros ou excessivamente preocupado com o trabalho; isso não acrescenta muito para o seu mundo pessoal, só agrava as pendências que existem no seu meio.
Assuma sua própria vida e dedique-se àquilo que o incomoda; somente assim você estará mobilizando seu potencial em benefício da sua própria felicidade.

Não tente sufocar o profundo desconforto causado pelas complicações do ambiente. A aparente frieza e indiferença às questões afetivas ou familiares é um mecanismo de defesa para esconder o quanto está estraçalhado emocionalmente e arrasado em sua vida pessoal.
Fingir não se abalar com os problemas é uma tentativa de demonstrar aos outros uma força que não existe, e também negar seus próprios sentimentos.
As pessoas hipertensas são dotadas de grande força agressiva, o que lhes possibilitaria impor-se na situação, com grande chance de encontrar as soluções dos seus problemas. No entanto, deslocam sua capacidade conquistadora para o trabalho ou para os outros, deixando muito a desejar nas questões que dizem respeito a sua própria vida.

Costumam dar o pior para si e o melhor para os outros. São pessoas prestativas e dispostas a atender a todas as solicitações externas. Têm necessidade de dominar os meios que freqüentam; querem se destacar no trabalho e sobressair-se entre os amigos. Cobram de si uma conduta exemplar, obrigam-se a ter um notável desempenho profissional, nunca admitem errar e se punem quando não atingem as metas estabelecidas.
Apesar de ser difícil às pessoas afetadas pela pressão alta admitir, sua conduta alimenta a vaidade.
Em função da vaidade, as pessoas assumem uma série de obrigações e compromissos para serem consideradas pelos outros. A vaidade provoca um sentimento de opressão, impedindo a realização pessoal.

O vaidoso se preocupa excessivamente com o próprio desempenho, quer fazer tudo certo, para provar aos outros suas habilidades e força. Isso causa grande tensão, o que prejudica a atuação na vida, podendo também provocar no corpo a elevação da pressão arterial.
Quando a pessoa relaxa e não se cobra perfeição, tudo flui harmonia. Abandonar a vaidade e agir com naturalidade é melhor caminho para a saúde e o bem-estar.
Procure realizar suas tarefas da melhor maneira possível, mas não se cobre o impossível nem ultrapasse seus limites; respeite-os, o importante é aquilo que você sente e acredita, e não o que os outros vão dizer a seu respeito.

O valor da vida não está somente nas conquistas materiais, nem t ampouco na condição de destaque perante os outros, mas naquilo que sentimos. Realização pessoal não se baseia só nos bens materiais, mas também na nossa condição interior.
Na vida tudo é provisório, nada é permanente. Temos a ilusão que o mundo externo é a causa de tudo o que acontece conosco; mas, na verdade, é o contrário; somos nós que provocamos as situações externas. Tudo o que acontece ao nosso redor é um reflexo do estado interior.

Os conteúdos internos projetados na realidade tornam-se evidentes, favorecendo-nos a solucionar aquilo que existe em nos. À medida que lidamos com as complicações do meio, estamos resolvendo nossas próprias dificuldades. Pode-se dizer que as tramas da vida são instrumentos das experiências que favorecem a edificação do nosso ser.
As pessoas que se negam a encarar seus obstáculos, principalmente aqueles ligados a afetividade, perdem a oportunidade de se resolver dificultando seu próprio desenvolvimento interior.


METAFÍSICA DA SAÚDE VOL. 2