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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

TAQUICARDIA

TAQUICARDIA
Entusiasmo reprimido.




Taquicardia é o aumento dos batimentos cardíacos acima do ritmo normal.
Uma das principais causas metafísicas é a súbita contenção dos impulsos. A pessoa nega a manifestação de suas vontades, recalcando os desejos no momento da expressão.
Não se permite realizar algo com o que está empolgada em virtude de crenças, tais como: não posso! Não devo! Não mereço! É perigoso demais... e, assim por diante. Essa condição oprime a manifestação dos seus próprios conteúdos, que ficam sufocados na região cardíaca, provocando o sintoma físico de aceleração do ritmo cardíaco.
Algumas situações corriqueiras demonstram o padrão metafísico do sintoma de taquicardia. Por exemplo: alguém tem muito o que dizer numa situação, ou para alguém, e quando está diante da pessoa ou é convocado para falar, se reprime; ou ainda, está inspirado e não dá vazão à intuição.
O que pode levar uma pessoa a recalcar aquilo que sente? A vergonha, a timidez ou não querer magoar os outros.
Agindo assim, a pessoa sufoca sua expressão natural. Na tentativa de preservar o bem-estar dos outros causa profundo desconforto a si mesma.
É muito comum pensar mais nos outros do que em si mesmo. Dar mais importância ao que as pessoas vão pensar a seu respeito do que à vontade de manifestar um sentimento.
Vale lembrar que não vivemos com os pensamentos dos outros, nem tampouco somos movidos pela boa impressão causada trás pessoas ao redor; mas sim, por aquilo que sentimos e pensamos acerca de nós mesmos e da vida. Por isso, não devemos massacrar nossos impulsos para não desagradar os outros.
A originalidade tem grande valor nas relações interpessoais. À medida que preservamos nossa integridade e damos vazão no que sentimos, nos aproximamos de nós mesmos. O respeito próprio não provoca o distanciamento dos outros; ao contrario, promove uma verdadeira aproximação com todos.

Por isso, seja cada vez mais quem você é. Não cultive o acanhamento, seja descontraído. Na espontaneidade repousa o verdadeiro valor do ser humano. 


Metafísica da Saúde Vol.2


DIABETES

                                                 PESSIMISMO E DEPRESSÃO
                                  FALTA DE DOCILIDADE NA VIDA



Doença caracterizada por excessiva quantidade de urina. Causadora de sede e fome intensas, a diabetes acarreta sensível perda de peso, distúrbios vasculares e alterações de visão por lesão da retina.
Entre outros tipos de diabetes, a mais comum é a diabetes Melitus, resultante de uma interação variável de fatores hereditários e alimentares.
Caracterizada pela deficiência absoluta ou relativa de insulina — hormônio produzido pelas ilhotas do pâncreas —, apresenta-se como uma perturbação metabólica aguda e crônica, evidenciada pelo excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia), bem como pela presença deste na urina.
A glicose é obtida através da alimentação. Ao contrário do que se imagina, ela não provém só dos doces, mas principalmente de carboidratos (massas, batatas, etc.)
A falta do hormônio insulina no sangue impede a transformação da glicose ou açúcar que circula no sangue em conteúdos para as células. No interior das células a glicose promove as reações intracelulares que proporcionam energia para o funcionamento adequado do organismo.

A óptica metafísica aponta para determinadas características marcantes da personalidade do diabético. Possuidores de certo grau de amargura e tristeza (nem sempre expressos em sua fisionomia), esses indivíduos revelam baixa auto-estima, além de alto grau de dependência. Para omitir seus mais íntimos sentimentos, não relutam em brincar e divertir outras pessoas.
Em decorrência da grande dificuldade em expressar o que sentem, os diabéticos não costumam reagir diante de ofensas e injustiças. Sofredores silenciosos, tendem ao choro fácil, geralmente longe de todos. Ressentem-se pelo que pensam ter deixado de fazer no passado. Cheios de culpas inconscientes, são constantes vítimas da melancolia.
Os melancólicos, apesar de comumente afáveis, tranquilos e simpáticos, deprimem-se com facilidade. Se por um lado denotam meticulosidade e tendência ao perfeccionismo, por outro revelam acentuada inclinação ao isolamento, inadequação, desamparo, pessimismo e submissão. Desvalorizam-se em tudo que fazem e desencorajam-se diante de novas condições de vida. Com o agravamento da melancolia, passam a viver em estado depressivo.
Como visto anteriormente, a depressão está presente nas doenças do pâncreas. A pancreatite mostra uma reação agressiva não externada, levando o indivíduo à amargura. Já na diabetes, com a ausência da força reativa, ocorre a interiorização dos sentimentos, desaguando no quadro acima apresentado.

Sem a habilidade em lidar com a ternura e o afeto, os diabéticos não vivem uma relação harmoniosa com as pessoas.
Sublimando seus sentimentos, não deixam transparecer sua bondade interior.
São considerados emocionalmente imaturos. Com base em sua dependência afetiva, buscam incessantemente atenção, afeto e amor. No entanto, não se atrevem a procurar abertamente. Muitas vezes essa busca é mascarada com certo ar de indiferença. Dessa maneira, simplesmente deixam que o afeto se vá.
Grande número das crises diabéticas são geradas por tensão emocional, geralmente causada pelo reavivamento de sua dependência externa, agravada por uma possível rejeição e perda. Nesse caso se tornam hostis e deprimidos. Por serem facilmente machucados afetivamente, passam a rejeitar qualquer manifestação de carinho. Segundo Kolb, "dificuldades sexuais são comuns tanto nos homens quanto nas mulheres portadores de diabetes. As mulheres diabéticas preocupam-se com a criação dos filhos, enquanto os homens diabéticos muitas vezes são impotentes".
A educação da criança desempenha um fator importante na formação de uma personalidade depressiva.
A hereditariedade é apontada pela ciência médica como principal causa da diabetes. As estatísticas demonstram que, quando os pais têm diabetes Melitus, há aproximadamente 90% de probabilidade de essa doença ocorrer em seus descendentes. Contudo, não há ainda uma explicação adequada para a não-manifestação da diabetes em indivíduos com essa herança genética.

Independentemente da predisposição genética, a manifestação da diabetes está relacionada a períodos de graves distúrbios emocionais, como rupturas no lar, frustrações afetivas, profissionais ou estresse.
Portanto, não apenas a herança genética, mas também a própria educação da criança leva à tendência de repetição dos padrões de comportamento de um ou de ambos os pais. No caso de possuir essa herança, os filhos passam a ter uma grande probabilidade de desenvolver a diabetes. Entretanto, casos existem em que nem todos os irmãos são acometidos dessa doença, notando-se inclusive uma nítida diferença de comportamento entre os que contraíram a diabetes e os que não a contraíram. Estes últimos não se deixaram influenciar pela atmosfera em que foram criados, apesar de terem recebido as mesmas influências dos pais. Sua estruturação interna não permitiu que mantivessem os mesmos padrões que envolvem a diabetes.

Tomemos como base o seguinte exemplo: pensemos numa família formada por uma mãe e um pai diabéticos. Apesar de carregar em si alguma tristeza, a mulher é arrojada nos negócios, tomando frente em qualquer resolução indispensável. Com relação ao pai, este já se mostra mais reservado, submisso e quieto. Possuem três filhas, das quais duas com diabetes. Enquanto uma das filhas diabéticas se parece com a mãe, sendo atirada nos negócios e festiva — embora sua expressão fisionômica não esconda suas tristezas de ordem afetiva —, a outra, também diabética, possui as características do pai, vivenciando apenas interiormente suas decepções. A terceira, livre da diabetes, possui um comportamento completamente diferente: espontânea e sincera, fala o que sente, seu semblante é sereno, calmo e tranqüilo.
Pais depressivos projetam sobre os filhos sua insatisfação e dependência de afeto. Eles fazem isso de duas maneiras. No primeiro caso, passam a exigir demasiadamente da criança e essas exigências podem resultar em um adulto excessivamente rígido consigo. Freqüentemente insatisfeito, cobra sempre um sucesso cada vez maior. Esse processo poderá levá-lo da melancolia à depressão.
Outra alternativa para essa projeção pode residir numa severidade demasiadamente agressiva para com o filho. Na maioria das vezes, essa hostilidade é gerada por motivos completamente infantis, como brincadeiras barulhentas, ou mesmo pela simples presença da criança. Essa atitude pode até mesmo ser proveniente da frustração de um dos pais por ter-se submetido ao casamento tão-somente devido à gravidez, considerando-se agora infeliz.
Essa frustração pode também ter suas raízes na dependência afetiva do outro cônjuge, sendo que a atenção e carinho é agora dividida com os filhos.
A criança diabética possui uma dependência afetiva acentuadamente maior do que as outras crianças. Algumas apresentam um estereótipo desafiador e intransigente; outras se vestem de vítimas, fazendo-se de coitadas perante seus amigos. Ambas sofrem variações de ânimo. Trazem um sentimento de hostilidade, normalmente desencadeado por lembranças de agressões corporais.
Para se compreender a criança diabética, deve-se levar em consideração a expressão de hostilidade proveniente do membro da família cuja imagem seja considerada ameaçadora para a criança. Além de um dos pais, essa figura hostil pode ser um outro irmão, com o qual o processo competitivo fica evidenciado por meio de freqüentes brigas e discussões. Vale lembrar aos pais que constantes surras, e até mesmo trancafiar a criança em algum cômodo da casa, podem desenvolver profundos traumas afetivos.
A reação da criança diabética à dependência afetiva ou à figura ameaçadora é expressa, conforme dissemos, com uma atitude de intransigência.
A diabetes pode surgir numa criança no momento em que ela perde alguém muito especial, responsável por lhe dar amor e carinho.
A privação do afeto é fator primordial no desenvolvimento de uma personalidade diabética. Tanto na criança quanto no adulto, essa dependência de afeto pode ser compensada por meio de um apetite acentuado por doces, que simbolizam, por si só, a própria doçura e afeto de que sentem falta. Deve ser lembrado que os doces constituem-se em sérias agravantes para a diabetes.
Voltando à diabetes infantil, convém salientar que o excesso de rigor e censuras ao filho pode produzir um mau controle da doença na criança.
No controle da diabetes, privar uma criança de certos alimentos saborosos, especialmente os doces, provoca com extrema facilidade uma verdadeira batalha entre a criança e os pais. Um doce pode representar para a criança um sinal de aprovação na família. Privá-la desse prazer pode levar a complicações emocionais que afetam o estado da diabetes. Uma dieta rígida, de um lado, reduz a quantidade de açúcar no sangue; de outro, pode reduzir o nível de tolerância do organismo ao açúcar.
A substituição da alimentação normal pela dietética exige dos pais grande dose de psicologia, a fim de ser evitada a conotação de negação do afeto. Para uma dieta que atenda às necessidades orgânicas e emocionais do diabético, passa a ser de fundamental importância a introdução do carinho e do afeto em seu preparo e no servir o alimento à criança.
Afinal, ela pode ter, no alimento, uma arma a ser usada contra os pais sempre que seus desejos lhe forem negados. Isso poderá se refletir numa transgressão à dieta, comendo às escondidas os alimentos que lhe são comumente negados.
Entre as diversas complicações da diabetes, uma das mais graves é a acidose, ou coma diabético, em que ocorre o aumento dos ácidos no sangue, provocado pela formação de corpos cetônicos, espécie de substâncias tóxicas para o organismo. Ela ocorre nos diabéticos pela ausência de metabolismo do açúcar em energia para o corpo. Com isso o organismo lança a lipólise, um método de obtenção da glicose a partir da quebra de células de gordura dos tecidos. Esse processo desencadeia a formação de corpos cetônicos. Caracterizada por intensa falta de ar, pode levar a pessoa ao coma e até à morte.
Esses elementos agressores no organismo caracterizam bem a hostilidade que os diabéticos mantêm em si. Quer sejam calados ou queixosos, nota-se a agressividade nas relações afetivas, estabelecendo uma polaridade entre amor e agressividade.
Os diabéticos que repentinamente entram em coma encontram-se em depressão profunda, abatidos pelo desânimo. No auge do desespero, entregam-se à morbidez de seus sentimentos, abandonam todo o controle dietético e deixam de tomar insulina, expressando assim seus impulsos suicidas.
O coma pode ser precipitado no diabético adulto, durante uma fase de ansiedade. Já na criança, pode ser simulado numa discussão com os pais.
Como vimos anteriormente, a instabilidade emocional do diabético influencia o estado glicêmico, podendo haver oscilações entre o excesso (hiperglicemia), que é o caso da diabetes, ou falta de açúcar no sangue, como é o caso da hipoglicemia. A dificuldade da pessoa em lidar com seus aspectos afetivos provoca uma mudança repentina em seu humor. Da mesma forma que pode se animar repentinamente, sem nenhuma razão perde todo o entusiasmo.

Se você estiver disposto a se reformular interiormente e sair dessa condição, o primeiro passo é não se colocar numa condição de vítima, é reconhecer que de alguma forma você atraiu os acontecimentos desagradáveis. Obviamente isso não ocorreu de maneira consciente, você não agiu com a intenção de ter os infelizes resultados. No entanto, sua condição interna foi propícia a tais eventualidades. Exemplo: ao ser magoado, você atribui ao outro a causa dessa mágoa, mas quem alimentou esperanças e expectativas que o decepcionaram foi você. Se os outros o fizeram sofrer, é que você abriu mão de seu poder de escolha, permitindo que eles determinassem as "regras do jogo".
Em segundo lugar, resgate a docilidade e o sabor pela vida, volte a confiar em si mesmo. Acredite: o pior já passou, abra-se para as perspectivas favoráveis do presente e viva intensamente o aqui - agora.

Encare os fatos vividos como intensos desafios que o fortaleceram interiormente, sinta-se vitorioso por ter transposto experiências tão dramáticas.
Lembre-se: nem sempre o vitorioso é aquele que atingiu seus objetivos; muitas vezes a vitória está no fato de superar intensos desafios, sem perder a dignidade.

Livro: Metafísica da Saúde Vol.1



O mau humor e o derrotismo afetam o pâncreas e causam o diabetes 

O pâncreas é um órgão discreto e essencial para o metabolismo corporal. Ele desempenha dupla função: endócrina e exócrina. Como glândula exócrina produz um líquido alcalino denominado suco pancreático, que é secretado no duodeno para neutralizar a acidez do quimo (substância que sai do estômago carregada de ácidos). Esse suco possui enzimas poderosas que encerram o processo de desmembramento dos componentes do quimo, favorecendo a digestão.

A função desempenhada como glândula endócrina consiste na produção de insulina e de glucagon, esses hormônios formam uma espécie de “gangorra química” que equilibram os níveis de glicose (uma das principais fontes de energia) na corrente sanguínea. A função da insulina consiste em transportar a glicose até os tecidos e garantir a sua entrada nas células para a produção de energia. O glucagon estimula o fígado a liberar mais açúcar para o sangue, regulando o nível de glicose na corrente sanguínea.

Os aspectos metafísicos relacionados a funções exócrinas do pâncreas consistem em contemporizar os acontecimentos, ter habilidade para lidar com as situações difíceis do cotidiano de maneira relativamente equilibrada e assim apropriar-se dos conteúdos essenciais das ocorrências.

Evite reagir com drama, escândalo ou desespero. Dramatizar tanto agrava os acontecimentos quanto dificulta o entendimento da situação. Responder escandalosamente desperdiça energias poderosas, que se forem bem canalizadas transformariam as situações ruins.

As funções endócrinas do pâncreas, segundo a Metafísica da Saúde, referem-se à administração interna das fortes emoções, canalizando essas forças poderosas do ser com sabedoria, preservando a disposição, a alegria e o bom humor. Essas atitudes preservam a qualidade de vida e mantêm a saúde pancreática.

Os bons resultados exteriores são consequências da estabilidade emocional. A capacidade de gerenciar as emoções e mantê-las estáveis pode ser denominada Inteligência Emocional, que consiste em controlar as reações instintivas e promover respostas mais apropriadas ou assertivas para os problemas exteriores.

Dentre as principais doenças do Pâncreas a mais comum é o Diabetes. Existem dois tipos da doença: o tipo 1 (ocorre a destruição das células do pâncreas que produzem a insulina) surge na infância ou no adulto jovem e requer o uso de insulina no tratamento e representa aproximadamente 10% dos diabéticos; o tipo 2 (redução da produção de insulina ou a incapacidade do organismo de usar a insulina) geralmente ocorre após os 35 anos de idade; os sintomas são leves e podem passar despercebidos, dificultando seu diagnóstico, e o tratamento representa aproximadamente 90% dos casos.

Dentre os aspectos da Metafísica da Saúde relacionados :
diabetes tipo 1 destaca-se uma espécie de “torpor emocional” frente às adversidades. Trata-se de jovens que não sabem administrar as suas emoções e se comportam de maneira aparentemente indiferente aos acontecimentos, recorrendo ao isolamento e, não raro, esboçam visível mal humor. A impulsividade característica dos jovens fica reprimida, diante de algum contratempo “fecham a cara” e ficam como conhecido no popular “emburrados”. Novo padrão: deve-se procurar resgatar as forças interiores e restabelecer o bom humor.

diabetes tipo 2, em face dos incontáveis sofrimentos da trajetória de vida, constituem uma espécie de “engessamento emocional” que inibiu a capacidade de reagir às adversidades. Os esforços para manter a tolerância comprometeram a força reativa, “anestesiando” a sua impetuosidade. Essa conduta dificulta a interação harmoniosa com o meio. Prefere se isolar para não ser intransigente. Esse tipo de diabetes representa uso indevido da inteligência emocional. Em vez de ordenar as forças reativas, reprime os seus impulsos de tal forma que suas emoções ficam abaladas, comprometendo a disposição para se dedicar a novos projetos de vida ou dedicar-se a outros relacionamentos.

Novo padrão: dedique-se a resgatar o sabor pela vida; transforme as experiências adquiridas em combustíveis para modificar as situações desagradáveis do cotidiano.

Dicas de Cromoterapia: a principal cor para energizar o pâncreas é o amarelo. Ele sugere alegria, descontração e o bom humor. Aplique a luz sobre o órgão e tome água solarizada amarela (solarização de água: envolver um recipiente de vidro transparente com o papel celofane amarelo, encher de água e levar ao sol por 2 horas). São indicadas outras duas cores: visualize a cor laranja para despertar a coragem e ousadia e mentalize também o verde para equilibrar as emoções.

Valcapelli 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

VESÍCULA BILIAR

SENTIR-SE EM CONDIÇÕES DE ENFRENTAR OS GRANDES OBSTÁCULOS DA VIDA





A vesícula biliar é uma estrutura secular que serve como reservatório para a bile. A presença de certos alimentos no duodeno, particularmente a gordura, causa a liberação de um hormônio que alcança a vesícula biliar por via sangüínea, produzindo a contração da vesícula e a expulsão da bile para o duodeno.
Metafisicamente, a vesícula reflete a disposição com que a pessoa enfrenta as dificuldades da vida, sentindo-se livre para se impor diante dos obstáculos.
A vesícula biliar mantém armazenada a bile, que, no âmbito metafísico, representa a expressão de nossos conteúdos internos para resolver os problemas da vida.

Nas pessoas que não liberam seus impulsos agressivos, acarretarão complicações na vesícula ou no duto que conduz a bile até o duodeno. A complicação mais comum resume-se na formação de cálculos nessa região, representando a calcificação da agressividade. Os problemas na vesícula surgem nas pessoas rígidas, intolerantes, contrárias a tudo que acontece. Têm dificuldade em digerir o novo e negam os fatos. Sentem-se presas e sufocadas pelas situações que as pressionam constantemente, não conseguem se soltar, liberando sua força para resolver as complicações. Só não conseguem colocar adequadamente sua capacidade resolutiva, comprometendo a vesícula.
Outros dois problemas bastante conhecidos na vesícula são a vesícula preguiçosa e as pedras na vesícula.
A vesícula preguiçosa é muito comum em pessoas lentas nas mudanças, que demoram para se adaptar ao novo. Quando requisitadas para algo de que não gostam, reclamam demasiadamente. Acham que ninguém faria nada se não fossem elas para resolver as coisas. Essa resistência em fazer aquilo que lhes cabe gera um desejo inconsciente de conter sua preparação interna, ocasionando-se a redução na função da vesícula.
As pedras na vesícula são constantes em pessoas que param diante das dificuldades, não admitindo serem conduzidas pela natureza. Elas exigem que tudo seja do seu jeito. Quando não conseguem, relutam nas situações, impedindo que as circunstâncias sigam o fluxo normal. Essas insistências tanto prolongam as dificuldades quanto provocam a formação das pedras. A capacidade de atuação da pessoa termina por calcificar-se.
A incapacidade de alguém em manter as coisas do seu modo gera um impasse que origina freqüentes dificuldades. Por meio delas a vida ensina a pessoa a ser menos rígida e intransigente, liberando seus potenciais e deixando a vida se fazer nela com toda a perfeição e abundância inerentes à natureza. Além disso, a liberação da energia presa também sugere a decomposição dos cálculos biliares.
Conter-se diante dos obstáculos e dificuldades da vida é perder a habilidade em usar os próprios potenciais e capacidades de resolução, distanciando-se da ação direta na situação.
Quem precisou extrair a vesícula, acometida por algum tipo de problema, desenvolveu a estrutura interna causadora da disfunção que levou a retirar esse órgão.
A ausência da vesícula no corpo provoca uma sensação de perda do referencial físico, de armazenagem metafísica da agressividade, deixando a pessoa mais propensa a se impor na situação, falando logo sobre o que pensa a respeito das coisas que acontecem à sua volta. Já não consegue mais guardar nada daquilo que outrora não conseguia expor, nem medir suas palavras para falar sobre aquilo que a incomoda na situação. A maneira que encontra para isso normalmente é por intermédio das brincadeiras e "gozações".
Como podemos perceber na grande maioria das pessoas que extraíram a vesícula, elas passaram a ser bem diferentes de antes. Às vezes, até exageram um pouco em suas colocações, como se quisessem tirar o atraso do tempo em que se calaram, não conseguindo impor suas vontades.
Aqueles que conseguem liberar sua força agressiva, mesmo depois de perderem a vesícula, atingem um estado de saúde interior graças ao equilíbrio das ações. Mesmo percorrendo um caminho de dor e deterioração de um órgão de seu corpo, isso é imprescindível para o restabelecimento físico, psíquico e emocional. 


Metafísica da Saúde Vol. 1


FIBROMIALGIA

FIBROMIALGIA
Arrependimento pela omissão ou pela dedicação excessiva aos outros.




O termo fibromialgia significa dores nos músculos, afetando também os ligamentos e tendões. Outra definição é síndrome dolorosa crônica. Essa doença acomete principalmente as mulheres entre 30 e 50 anos.

O diagnóstico é difícil em razão de suas características específicas. Até o momento, a síndrome de fibromialgia não aparece nos exames laboratoriais, por isso o diagnóstico depende principalmente das queixas ou das sensações corporais que a pessoa relata ao médico.

Os principais sintomas associados à fibromialgia são: dor difusa e generalizada pelo corpo, presença de onze a dezoito pontos dolorosos, fadiga, rigidez matutina, alterações do sono.

Para ser caracterizados como fibromialgia, esses sintomas devem estar ocorrendo nos últimos três meses. Por se tratar de um processo de dores musculares, o padrão metafísico (emocional) equivale ao descrito no item anterior, mas numa intensidade muito maior do que aquela apresentada nas dores musculares.

Na fibromialgia, a pessoa sente-se extremamente arrependida por ter sido omissa nas situações passadas, vítima da falta de apoio e de consideração dos outros.

Foi displicente com as necessidades próprias para atender às solicitações alheias; arrepende-se por ter feito para os outros aquilo que deveria ter feito para si mesma.

Encontra-se angustiada por não ter tomado as medidas cabíveis que mudariam todo o curso de sua vida.

Esses sentimentos corroem a pessoa, comprometendo a capacidade de atuar na realidade presente e impedindo-a de alterar os acontecimentos desagradáveis.

Ela imagina que, se tivesse agido de outra maneira, as coisas não estariam tão confusas.

No passado houve muitas chances, mas ela não contava com o incentivo daqueles que estavam à sua volta. Por isso não assumiu uma conduta diferente, fazendo o que era necessário naquela época.

Sem apoio, não teve força para agir.

Hoje não se conforma por ter se omitido tanto e ter delegado poder a quem não fez jus à confiança depositada nela.

O que essas pessoas precisam compreender é que Não tinham firmeza suficiente para encarar uma situação e atuar nela sozinhas, pois não contavam com a colaboração dos outro.

Não eram independentes nem determinadas para ousar proceder de maneira contrária àquilo que era estabelecido no meio em que viviam.

Tinham também as crenças que foram incutidas pela sociedade, dificultando ainda mais suas ações. Por causa delas, sentiam-se culpadas quando tinham de desagradar alguém ou não podiam atender aos caprichos dos outros.

A atitude de se auto-condenar com as cobranças é tomada porque a pessoa na leva em consideração seus próprios limites daquela ocasião, pois ela não era madura o suficiente para um confronto com algo tão radicalizado na realidade ou com alguém de grande expressão no ambiente.

O constrangimento absorve aquele que não se dá força nem cultiva o auto-apoio. Mas isso é conquistado com o tempo, faz parte do processo de amadurecimento, que soma experiências, elevando a auto-estima, despertando o amor-próprio e fortalecendo a segurança, até que finalmente a pessoa está apta a tomar as rédeas da própria vida.

Assim que começa a agir e promover muitas mudanças, experimenta a agradável sensação do poder sobre o próprio destino.

Nesse momento começam a surgir alguns pensamentos torturantes, como:

“Por que só agora?”, “Quanto tempo perdido!”, “Como fui ingênua e ter acreditado nos outros a ponto de delegar a eles o poder de me fazer feliz!”

Essas atitudes, em vez de fortalecer a pessoa e beneficiar sua nova condição de vida, ao contrário, enfraquecem-na.

Esses pensamentos vão minando a atuação no presente, dificultando recuperar tudo que foi perdido e impedindo a conquista de resultados promissores na vida profissional ou afetiva.

Esse estado interior se intensifica a ponto de se tornar uma condição dolorosa, desencadeando o processo somático em forma de fibromialgia.

Consciente de sua realidade, é preciso ser madura o suficiente para não se deixar consumir pelos fracassos nem pelos sentimentos de derrota.

Também não se deve apoiar na doença para justificar a dificuldade e atuar nas situações ao redor.

Mais do que nunca, a pessoa precisa de disposição e muita energia para reverter as coisas ruins da realidade e criar novas oportunidades.

LEMBRE-SE: 
Tudo ocorre no momento oportuno; nunca é tarde para agir e mudar o curso de nossa xistência. 

Para conquistar aquilo que almejamos, precisamos ter disposição para agir, vivacidade para estabelecer vínculos que venham a se somar aos nossos propósitos e, principalmente, sustentação interior para consolidar nossas conquistas na vida.

Antes éramos entusiasmados com tudo, mas não tínhamos maturidade para agir com coerência nem vivacidade suficiente para os esquivar de certas coisas que atrapalham nosso progresso.

Alcançar prematuramente os objetivos antes de ter um aprimoramento interior, necessário para manter aquilo que foi conquistado, pode ocasionar seguidas perdas.

Mais importante do que conquistar algo na vida é mantê-lo, estendendo aquilo por longos períodos, perpetuando algo de bom, como a felicidade ou te algum bem material.

ACREDITE:

Você nunca esteve tão preparado para o sucesso como agora.

Inicie uma nova trajetória, manifestando seu potencial.

Revele na realidade os potenciais latentes em sua alma.

Dessa maneira você não se fere, mas fortalece seu interior, aprimorando a capacidade realizadora e criando condições para se tornar uma pessoa realizada e feliz.

Há certas atitudes que são extremamente importantes para ser praticadas, como fazer aquilo que gosta e o que realmente dá prazer.

Mesmo sendo pequenos gestos, já representam significativos passos para se obter a satisfação pessoal a vida.

(Extraído do Livro Metafísica da Saúde - Vol. 3- Valcapelli e Gasparetto)
 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

ROER UNHAS

A VISÃO METAFÍSICA DAS UNHAS




Na metafisica as unhas representam nossas garras e nossa assiduidade. O formato delas pode nos mostrar também um pouco das nossas emoções vou dar alguns exemplos:

Unhas cônicas: Pessoas sensíveis, impulsivas e que possuem intuição. Põem a emoção em tudo o que fazem e menos a razão.

Unhas redondas: Pessoas de bom senso, equilibradas sabem lidar com as mudanças, e possuem a mente aberta para novas idéias. Razão e emoção andam juntas.

Unhas quadradas: Pessoas confiantes, possuem expressão verbal clara. Estabilidade e segurança é uma busca constante e são muito organizadas naquilo que fazem.

Unhas espatuladas: Pessoas independentes, enérgicas, entusiasmadas e muito dinâmicas. São de uma lealdade indiscutível.

Roer as unhas: Recalcar os impulsos de ação. 
Ter a mania de roer as unhas mostra que essa pessoa reprime seus impulsos agressivos. Não possuí o atrevimento necessário para poder por para fora sua força agressiva, às vezes teme não conseguir controlar seus impulsos e acabar cometendo uma injustiça, então prefere se agredir com o ato de roer suas unhas. para não ferir os outros. Agora roer as unhas numa postura estática, é uma maneira de auto estimular suas garras.


Perguntas 
1. Onde deveria mostrar minhas garras e não me atrevo? Onde eu inconscientemente guardo algo sob as unhas? 

2. Até que medida meu medo me deixa indefeso diante da agressão? 


3. Onde, em sentido figurado, sou vítima de minha agressão? 


4. Onde poderia encontrar confiança em minha força e minha vitalidade?  


5. Onde há possibilidades significativas para minha disponibilidade agressiva de defesa? 




A cor que você pinta suas unhas também pode mostrar muito das suas emoções, se está mais afiada, mais romântica, se está com sua tolerância zero. Mas o mais importante é cuidar bem das suas unhas, pois elas representam nossas garras na vida.


No livro Linguagem do corpo diz:

Normalmente se diz que pessoas que roem unhas são nervosas e estão sempre inquietas: é porque estão guardando ressentimentos profundos pela educação recebida e os transferem para seu  consciente na forma de insatisfação, ansiedade, depressão e raiva de coisas insignificantes de seu dia-a-dia.

TORCICOLO


TORCICOLO
Inflexibilidade para lidar com eventos exteriores



Contração espasmódica dos músculos do pescoço, provocando nele uma inclinação que faz a cabeça ficar numa posição indevida.
No âmbito metafísico, o torcicolo refere-se à dificuldade de a pessoa interagir com as situações à sua volta, quer seja no trabalho, quer seja na relação com alguém querido.

A harmonia interior encontra-se comprometida por algum acontecimento ruim ou mesmo pela possibilidade de algo não ser bom. O medo de que' algo interfira no bem estar gera inquietação e tensão, deixando-a pessoa intrigada com as suposições negativas.
Essas suspeitas de que algo possa interferir em sua vida, causando prejuízos à sua estabilidade, são fruto da crença de que a pessoa não merece ser feliz e plenamente realizada. Ela fica com a impressão de que alguma coisa pode dar errado, desestabilizando a harmonia familiar, profissional ou financeira.
Outra condição que metafisicamente pode desencadear uma crise de torcicolo é o fato de a pessoa assumir responsabilidades excessivas, querer tomar conta de tudo e não saber respeitar seus limites. Ela não abre mão de incumbências exageradas, que ultrapassam sua capacidade de realização.

Não consegue expor aos outros a medida de quanto está incomodada ou saturada.
Sobrecarrega-se de incumbências, porque não sabe dividir tarefas ou expor Seus receios com aqueles que vivem ao redor ou trabalham a seu lado.
É importante, ser mais flexível com as situações ao redor, não ficar bitolado em algo tem insistir numa diretriz, conjecturar possibilidades outras além daquelas que já foram definidas para sua vida, buscar alternativas para solucionar as situações
inusitadas. Desse modo você não apenas evita, o torcicolo, como também alivia o estresse e consegue melhorar o desempenho no trabalho, bem como desfrutar mais da vida familiar e afetiva, alcançando um dos principais d objetivos de todos nós: ser feliz sem sofrer.

Metafísica da Saúde Vol. 3

sábado, 4 de janeiro de 2014

GORDURA LOCALIZADA

GORDURA LOCALIZADA 
Impulsos contidos e anseios camuflados. 





Dependendo do padrão fisiológico de armazenar gordura em excesso, é possível distinguir dois tipos básicos de pessoas que estão acima do peso, as quais recebem a denominação de “maçãs” ou “pêras”. As primeiras são as que têm gordura localizada no abdome (barriga). Para aquelas cujo excesso de gordura está localizado na região inferior do corpo (quadris e coxas) atribui-se o nome de “pêras”. Esses estereótipos se referem aos dois tipos mais comuns de reservas das células gordurosas.

No âmbito metafísico, gordura localizada na região abdominal ocorre em pessoas que apresentam dificuldade para manifestar suas vontades, bem como realizar os mais caros desejos. São resignadas quanto à expressão dos próprios conteúdos. Não se sentem no direito de saciar seus ímpetos.
São pessoas que sempre se empolgaram muito com aquilo de que gostavam; eram entusiastas e ficavam extremamente radiantes quando podiam realizar suas vontades.

Com o passar do tempo, surgiram outras necessidades; a vida exigiu novas posturas. As responsabilidades forçavam o amadurecimento. Por exemplo, a impossibilidade de praticar seus hobbies tomou-se um aborrecimento para a pessoa.
Geralmente as mudanças vêm acompanhadas de um desinteresse natural por algumas atividades que não condizem com a realidade presente. Caso a pessoa não renove seus desejos, será difícil praticá-los.

A barriga surge exatamente nessa fase da vida, em que o processo de transição desencadeia certos conflitos interiores, gerados pelas frustrações. A pessoa não se dá conta que sua realidade é outra. Insiste em continuar como antes, mantendo os velhos padrões de comportamento.

A verdadeira maturidade vem seguida da abstenção de certos caprichos que não cabem no momento. Isso provoca o recalque de alguns impulsos. A barriga surge como uma espécie de reflexo dos anseios camuflados.
O fato de a pessoa preservar certas vontades não é de todo mau. O que ela não deve é negar a expressão desses impulsos básicos e esperar que os outros aprovem seu jeito de ser, incentivando-a a valorizar seus mais caros desejos.

A criança e o jovem vivem cheios de expectativas, acham-se plenos com os poucos conteúdos que apreenderam.
Consideram-se o máximo, principalmente quando estão praticando o que gostam. Alimentam certo egocentrismo, achando que o mundo e as pessoas giram em tomo deles.

O fato de serem verdadeiros para consigo mesmos é algo fundamental para o bem estar físico e emocional. Não sabotar sua natureza para adapta-se à realidade é a melhor maneira de se relacionar com o meio, cultivando a própria condição interior.
Ainda que ninguém aprove seu jeito, ele deve ser soberano para você, digno de ser praticado num momento oportuno.
Reprimir os impulsos pode causar súbita manifestação, tumultuando o ambiente.

Ninguém se satisfaz indo à forra, agindo de maneira exagerada. Nada que é forçado dá prazer. A pessoa sai de um extremo da abnegação e vai para o outro, pondo em risco a harmonia. Vale lembrar que, quando você estiver bem, tudo à sua volta irá se estabilizar e a ordem irá reinar em sua vida.



Gordura - na região abdominal


Gordura localizada no abdome representa a postura em defender-se do ambiente, medo de ser afetado pelas situações nocivas que estão a sua volta. Esse é um fator metafísico, o outro é a negação das suas vontades, repressão dos seus impulsos.


Não permita que seus receios sufoquem sua expressão na vida Sinta-se livre e disposto a ser o que você é. Não veja a vida como se fosse arriscada e perigosa; nem tampouco as pessoas como juizes que estão prontos a te recriminar. 

Gordura na região do culote


Gordura localizada representa metafisicamente estar se poupando da livre expressão, não deixar fluir a sua capacidade articuladora. O acúmulo de gordura no culote ou ancas representa falta de jogo de cintura nas situações práticas do cotidiano e contenção da impulsividade.


Não permita que seus receios sufoquem sua expressão na vida Sinta-se livre e disposto a ser o que você é. Não veja a vida como se fosse arriscada e perigosa; nem tampouco as pessoas como juizes que estão prontos a te recriminar.


Gordura na região dos braços


Gordura localizada representa estar se poupando da livre expressão, não deixar fluir a sua capacidade articuladora, a criatividade e flexibilidade, Nos braços, diz respeito as suas tarefas.


Não permita que seus receios sufoquem sua expressão na vida Sinta-se livre e disposto a ser o que você é. Não veja a vida como se fosse arriscada e perigosa; nem tampouco as pessoas como juizes que estão prontos a te recriminar.

Metafísica da Saúde Vol.3






A cintura está incluída no centro de equilíbrio do corpo, na região dos ilíacos (quadris), abdome e coluna lombar. Os "pneus" nessa área denunciam pessoas de comportamento negligente, relapsas no sentido psíquico e espiritual, que não encontram equilíbrio nas suas emoções, agindo, muitas vezes, com agressividade ou prepotência para protegerem sua individualidade. O tópico "Abdome" também serve para as pessoas que desenvolveram gorduras nas laterais da cintura e dos quadris. Se você estiver retendo a alegria da vida devido a problemas que não consegue resolver e ainda sentir muita raiva por se encontrar nessa situação, lembre-se de que seu corpo reagirá com gorduras localizadas, mostrando a falha de seu caráter. 

Os pneus simbolizam o excesso de contrariedades que você acumula e de que não se desapega. Você acredita que, algum dia, poderá resolver esses problemas e, com essa expectativa, vai armazenando situações mal resolvidas, por não saber como lidar com elas. Quando uma pessoa come demais, o que acontece? Ela é obrigada a afrouxar o cinto da calça, não é assim?


Pare, então, de estocar situações complicadas em seu coração. Se alguns problemas não dependem só de você para serem resolvidos, solte-os de seus pensamentos. O tempo se encarregará de ajeitar as coisas para todos. Seja mais flexível e procure olhar os acontecimentos com a mente mais aberta, observando em si mesmo o comportamento que está dificultando a solução do que o aflige. 

Lembre-se de que seus pais simbolizam a base do equilíbrio de sua vida, portanto, se você tem ressentimentos guardados em relação a eles, perdoe-os, caso contrário seus quadris e sua cintura persistirão em lhe mostrar que seu coração está escravizado pelo orgulho e pela resistência em perceber sentimentos antigos. Os exercícios físicos, tratamentos estéticos, as dietas e a lipoaspiração agradecerão se você colaborar, mudando também o seu modo de ser. 

Não seja superficial ao ponto de dizer que não se acha negligente na espiritualidade, pois quando se está realmente de bem com a vida e com o coração vazio de críticas, reclamações, insatisfações, raivas ou mágoas, o corpo se toma, igualmente, harmonioso como reflexo da mente equilibrada. Portanto, engane-se a si próprio, para continuar acomodado nesse seu mundo de falsas verdades, mas aos fisiognomonistas e à leitura corporal você nunca poderá enganar. 

Amplie a sua consciência e permita-se ler a respeito de autoconhecimento, pois somente assim você compreenderá esse estranho mundo que existe por trás das aparências. Exercite-se, a cada dia, no sentido de melhorar seu humor e soltar, definitivamente, tudo que o faz sofrer. Ainda que não tenha resolvido determinado problema, solte-o se este se mostrar resistente. Na verdade, a resistência não está nas pessoas e nos acontecimentos ao seu redor, mas, sim, em sua teimosia. É você quem o está segurando, por orgulho ou medo de perdas. Esvazie-se, liberte-se e vá em busca de tudo que o faça feliz. Medite profundamente, vasculhe seu interior para encontrar a jóia perdida que é o Deus de seu coração. Somente Ele saberá o que fazer por você, na hora certa

Linguagem do corpo Vol 2 Beleza e Saúde

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

REENCONTROS AMOROSOS







É o sonho de todas as pessoas viverem um lindo romance por toda a vida!


Mas isto é possível?
Sim, possível é, mas compreenda que o sucesso no amor depende de dois fatores:
  • Sentimento e
  • Maturidade de ambos.

O verdadeiro sentimento de amor, aquele que bate de imediato em seu coração, intensamente, é o reconhecimento de almas que já se “buscavam” intuitivamente, e que nutrem este amor por vidas. Amor verdadeiro é registro da alma e não há como não vir à tona a lembrança, ainda que apenas em sentimento, vida após vida. Mas nem mesmo toda esta aura de romance que envolve o reencontro das almas gêmeas impede o fim de um relacionamento quando não há maturidade emocional. Para que um relacionamento seja predominantemente composto por momentos felizes há um fator indispensável: segurança! E eu falo sobre autoconfiança, segurança adquirida em si mesmo, baseada no autoconhecimento de quem sabe o valor que possui e, principalmente, sente-se merecedor do amor sincero de alguém.
Então, prepare-se primeiro para conseguir “atrair” da vida, energeticamente, a pessoa ideal. É exatamente assim que funciona: você atrai novos relacionamentos de acordo com o seu grau de equilíbrio, auto-estima e de suas crenças, ou seja, é o seu padrão vibratório naquele período em que se envolve com alguém que determina este encontro. Se sua autoestima estiver baixa, você tende a atrair pessoas que pouco ou nada lhe doam, pois qualquer atenção dada pelo outro a você, neste momento, lhe parece muito e somente tempos depois você percebe o quanto era injusta a relação, e que não havia troca. Mas, neste caso, a sua doação excessiva não é sinal de um amor maior, como normalmente se pensa, mas sim do medo de perder!
Exatamente. Você não ama mais porque cuida mais. Não se engane. Você envolve a outra pessoa em cuidados, mimos e carinhos muito além do que recebe justamente quando você está inseguro sobre o valor que o outro lhe dá, e usa de um mecanismo para tentar provocar no outro o reconhecimento do seu valor, a gratidão ou a retribuição dos gestos. E quando isto não ocorre é comum se jogar culpas e cobranças sobre o outro. As críticas normalmente vão acentuando as diferenças ao invés de reduzi-las e a relação passa a ser um jogo, uma disputa de poder, de controle sobre as regras da relação e de constante julgamento. O amor já deixa de ser o foco principal da causa desta união e é comum a utilização de comportamentos de “presença-ausência”, ou seja, a pessoa se torna presente através do carinho, de um presente, ou de um cuidado especial, mas, se não é retribuída, logo em seguida pune o outro por condutas de ausência ou “greve”, tornando-se seco, frio, calado, ou ainda por pequenas vinganças.
E sentir-se injustiçado e alimentar raiva e mágoa do outro é tentar ignorar a sua própria responsabilidade em sua escolha ao manter-se nesta relação, seja por medo da solidão, por culpa pelo “fracasso” do namoro ou casamento, ou mesmo por orgulho em não aceitar que você possa ter feito um grande mal a si mesmo por longo tempo em sua vida.
Veja a situação por outro ângulo. Assumir esta responsabilidade pelo erro é também reconquistar seu próprio poder de escolha e trazer de volta ao seu íntimo aquela parte da sua individualidade que estava “penhorada” em troca de umas migalhas de atenção.
Se refaça!
Se reconstrua primeiramente e, assim, se torne capaz de atrair pra si um grande e verdadeiro amor de alguém que saiba reconhecer em você o seu imenso e verdadeiro amor por si mesmo!
E é esta segurança pessoal, do seu próprio valor e merecimento, que pode fazer acontecer este sonho de amor a dois. Pois, mesmo se você encontrar a pessoa ideal, mas estiver imaturo, inseguro, o desencontro pode ocorrer. E numa relação pura, de amor profundo, não há competição, não há acusações, não há julgamentos, apenas um amor infinito que se transforma dia a dia em gestos, palavras, ou em pura energia trocada entre ambos e que não se cobra ou se exige, mas se irradia como expressão de almas que vibram em imensa felicidade por se reencontrarem, por não mais se sentirem sós, mas conscientes de que o caminho evolutivo, apesar de se tornar mais leve por não trilhá-lo sozinho, só pode ser realizado individualmente.
Saiba que a sua alma gêmea, ou seja, aquela pessoa especial existe sim, mas que reencontrá-la exige mérito e preparo de ambas as partes.
E sonhar é como emitir um sinal para o Universo para que esta alma te reconheça, e venha ao seu encontro!
Portanto, sonhe seus sonhos de amor, recupere o seu romantismo que representa o seu modo doce, gentil, alegre, jovial e livre de conduzir sua própria vida e, ao reencontrar esta alma amada saberá repartir todos estes sentimentos puros que já existiam dentro de você!


Por Marcello Cotrim