Compartilharei nessa página as causas emocionais das doenças, acontecimentos e situações dolorosas que afetam as pessoas e que a grande maioria atribui à sorte ou azar, preferindo optar por uma atitude de comodismo ou revolta, adotando assim uma postura de vítima.
Essa nova forma de ver nossa realidade nos leva à um intenso processo de autoconhecimento, mudando posturas e conceitos diante da vida reconhecendo que somos nós os responsáveis por tudo que nos acontece.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde não é simplesmente ausência de doença, mas: “o estado de completo bem-estar físico, mental e social”.
Essa definição parece utópica, pois dificilmente uma pessoa consegue estar bem em todas as áreas ao mesmo tempo. No entanto, esse conceituado órgão contempla em sua definição não apenas a saúde física, mas também o estilo de vida e as condições internas do indivíduo. Portanto, a saúde é resultante do estado “bio-psico-sócio-emocional”.
Geralmente os cuidados com o corpo são amplamente divulgados, mas as condições emocionais não são abordadas. Quando a pessoa adoece, imediatamente procura um médico, toma os remédios e segue as orientações clínicas. Esse procedimento é correto, no entanto, não contempla o contexto de vida em que a pessoa se encontra para que sua saúde esteja comprometida; bem como os conflitos emocionais existentes na ocasião do adoecimento.
Os remédios tratam o corpo, mas é preciso também mudar as atitudes e promover a boa relação com os episódios da vida; ficar em paz consigo mesmo e com as ocorrências exteriores.
A Metafísica da Saúde é um estudo que identifica as condições internas relacionadas a cada doença que afeta o organismo, melhor dizendo, os conflitos emocionais que o doente cultiva ao longo da sua existência. Num determinado momento em que são reunidos alguns fatores nocivos ao corpo, surgem as doenças.
À medida que a pessoa toma consciência desse estado interior conflituoso que a levou a adoecer, ela passa a fazer certas alterações na sua conduta e, principalmente, estabilizar os sentimentos, o que favorece a ação dos medicamentos, minimiza os sintomas físicos e promove a saúde.
Assim sendo, a pessoa poderá participar de sua própria cura, saindo da condição de passiva à ação do medicamento e tornar-se ativa nas reformulações interiores. Muitos esperam passivamente que os remédios façam efeito, nesse caso, os resultados poderão ser lentos e prolongados; mas aqueles que, paralelamente ao tratamento clínico, fizerem as mudanças interiores, obterão resultados mais breves e satisfatórios.
Os remédios cuidam do corpo, mas a pessoa precisa fazer alguns questionamentos acerca do que ela está fazendo consigo mesma e procurar estabilizar as suas emoções. É cômodo ir ao médico, seguir as instruções clínicas e tomar os remédios, mas a saúde, conforme mencionado anteriormente, é um conjunto de fatores.
Não basta cuidar do corpo, é preciso rever os pensamentos, reformular algumas condutas e harmonizar as emoções. Essas ações conjuntas promovem a saúde física e melhoram a qualidade de vida.
Quando a pessoa está bem interiormente, tudo a sua volta torna-se fácil de resolver, ela tem energia e disposição para enfrentar as adversidades, mas se ela estiver emocionalmente abalada, não conseguirá bons resultados nas suas ações exteriores; o desgaste será maior, seu empenho torna-se infrutífero, compromete o encanto pela vida e perde o sabor das experiências.
Para ser saudável é necessário respeitar a sua natureza íntima, ser o maior aliado de si mesmo, fazer o que for necessário para não se agredir, tampouco ficar remoendo os acontecimentos, cultivando mágoas e revoltando-se com o curso da sua existência. Ter bons pensamentos e nutrir bons sentimentos colabora para promover saúde e bem-estar.
As causas emocionais das doenças encontram-se amplamente divulgadas nas obras de Metafísica da Saúde (Editora Vida e Consciência), ao todo são 4 volumes.
Entenda porque algumas pessoas são dependentes de relacionamentos
Do mesmo modo como existem pessoas que permanecem sozinhas quase a maior parte do tempo - por opção ou porque seus relacionamentos amorosos não funcionam - há aquelas que simplesmente "engatam" um relacionamento no outro. Por fora, estas pessoas podem passar a imagem de que são "irresistíveis", como se houvesse uma fila de pretendentes apenas esperando por uma oportunidade de ficar com elas. Porém, permanecer constantemente em relacionamentos, sem dar espaço para uma saudável solteirice, pode indicar um problema emocional importante.
Afinal, o que faz uma pessoa sair de um relacionamento e já entrar em outro, repetindo este movimento várias vezes, ao longo de anos? Vale reforçar que não estou falando de momentos únicos na nossa vida, quando encontramos um grande amor e abandonamos um relacionamento morno para viver uma realidade mais interessante. Refiro-me a uma pessoa que prefere estar acompanhada - não importa de quem - a permanecer (qualquer que seja o tempo) sozinha.
Mesmo que esta pessoa diga que faz isso por "não desistir do amor" ou porque encontrou pessoas cada vez melhores, o lógico é aceitar que esse alguém não está sabendo escolher seus parceiros ou apenas busca algo ao ficar com eles, o que obviamente nunca encontra.
Acredito que existam algumas questões emocionais que levam ao vício em compromisso. Veja abaixo.
1 - MEDO DA SOLIDÃO
Quem não suporta ficar consigo mesmo ou acredita que estar sozinho é o mesmo que ser um "fracassado", com certeza irá se relacionar constantemente. Nesse caso, o intuito é não correr o risco de "ficar por baixo", ser julgado, ou ainda ter que encarar a si mesmo. Afinal, quando estamos sós, precisamos nos relacionar conosco e, se não nos amamos, esta situação pode gerar grande ansiedade e angústia.
2 - NECESSIDADE DE AUTOAFIRMAÇÃO
Outras pessoas não passam muito tempo solteiras, pois gostam da sensação de poder gerada pela conquista de um novo relacionamento. Além disso, ao construírem uma imagem de pessoas muito desejadas, se sentem mais capazes de realizarem aquilo que almejam em outras áreas da vida, tal como a profissional.
3 - DIFICULDADE EM SE COMPROMETER DE VERDADE
Em outros casos, temos indivíduos que simplesmente sabotam o relacionamento quando o vínculo começa a ficar mais profundo, por medo de realmente se comprometer. Porém, como isso também gera culpa, logo essas pessoas tentam novamente outra relação, sem perceber a repetição do padrão comportamental - o que as libertaria do círculo vicioso.
4 - MEDO DE SER REJEITADO OU ABANDONADO
Parecido com o caso anterior, a pessoa, para não ter que passar pela situação de ser rejeitada, traída ou abandonada, prefere "sair por cima" antes. Isso faz com que ela escolha um parceiro melhor que o anterior e assim por diante. Nesse caso, o objetivo é transmitir a ideia de que são os outros que não a merecem, apesar de no fundo ela se sentir inferior a eles.
5 - MEDO DE AMAR
Aqueles, por outro lado, que sempre sofreram na vida, não acreditam que seja possível amar de verdade e ser feliz com alguém. Portanto, tão logo seu parceiro erre ou mostre qualquer característica negativa, já abandonam o relacionamento, com a justificativa de que não querem perder mais tempo.
6 - MEDO DE SE SENTIR APRISIONADO
Por fim, temos que citar os que acreditam que a "grama é sempre mais verde do outro lado". Essas pessoas, apesar de estarem em bons relacionamentos, nunca dão chance a eles de evoluírem, por terem medo de escolher errado ou ainda por achar que terão sua individualidade tomada na relação. Assim, toda vez que alguém aparentemente mais interessante aparece, abrem mão do relacionamento atual e embarcam numa nova aventura. Desse modo, pensam que estão aproveitando mais a vida e que, portanto, terão menos arrependimentos.
Se você se encontra em qualquer uma dessas categorias, saiba que, no fundo, o problema é a falta de amor por si mesmo. Afinal, se estamos em paz e nos aceitamos, nenhum desses medos nos aprisiona ou manipula. Nós apenas sabemos o que queremos. Fora que se alguém de fato especial aparece, nós nos dedicamos, com fé no futuro e sem preocupações infundadas. Por isso, dê a você uma chance de ser feliz!
Se acabou de terminar um relacionamento, respire fundo, se dê umas férias e aproveite para se conhecer mais. Ou seja, namore mais você mesmo. Desse modo, não precisará se relacionar com tantos outros.
No âmbito metafísico, o aumento de peso está relacionado com a fragilidade interior, que se compara a uma imaturidade emocional. A pessoa sente-se despreparada para lidar com algumas situações, geralmente na relação familiar ou afetiva, mas pode ser também de ordem profissional ou social.
Assustada com o desenrolar dos fatos, sente-se desamparada. Em vez de enfrentar as dificuldades do ambiente, recorre aos subterfúgios para atenuar suas frustrações.
Um dos mecanismos de fuga mais freqüentes é a alimentação. A pessoa precisa estar sempre mastigando alguma coisa para atenuar o ócio ou extravasar a indignação. Também o prazer do alimento compensa o desconforto da realidade, preenchendo o vazio interior. A compulsão pela comida é uma queixa freqüente nos casos de excesso de peso. Não se consegue comer moderadamente, respeitando os limites alimentares. A comida passa a ser uma obsessão difícil de ser controlada.
Outra forma de compensar é por meio das faculdades mentais. Os obesos são dotados de uma imaginação fértil. Avaliam as situações com muito mais meticulosidade. Destacam-se pela extraordinária criatividade, tornam-se excelentes estrategistas.
A agilidade mental é tão grande, que mesmo sozinhos, começam a fantasiar histórias com outras pessoas ou situações e precisam bolar um plano para saírem vitoriosos de supostas batalhas travadas em sua mente. Ficam tão desgastados só de imaginar as confusões ou dificuldades, que se abstêm das ações diretas.
Enquanto ficam pensando em tudo que precisam fazer, emitem impulsos mentais para o organismo que, em virtude disso, se prepara para exaustivas atividades, armazenando uma série de nutrientes absorvidos na digestão, principalmente as gorduras, que servem de combustível para o corpo na hora de realizar as tarefas planejadas. Como não ocorre a execução, a força de ação é sabotada, provocando um acúmulo de tecidos gordurosos, que vão contribuir para o aumento de peso.
As pessoas que sofrem com o aumento de peso são entusiastas, vivem repletas de expectativas, muitas delas infundadas, criando um universo de sonhos. Geralmente, se distanciam da realidade, mergulhando em suas fantasias. Querem ser mais do que realmente são, no entanto têm dificuldade para concretizar seus anseios.
Quando vão realizar algo, não se comportam de maneira organizada. Tentam fazer várias coisas ao mesmo tempo, comprometendo a efetivação de cada uma delas. Não bastasse essa agitação, ainda se põem a opinar em tudo, assumindo responsabilidades excessivas. Tornam-se displicentes com o que realmente tem a ver com elas. Não possuem a determinação necessária para concluir as tarefas em andamento. Preocupam-se demasiadamente com o andamento de tudo, mas não se dedicam objetivamente na efetivação daquilo que é prioritário. Projetam muito mais do que são capazes de realizar.
Esses indivíduos estão sempre insatisfeitos com os resultados obtidos nas situações ao redor, tanto pela sua própria ineficiência quanto pelas expectativas projetadas sobre os outros. Amargam fracassos familiares ou profissionais, frustrando sua vontade de interagir com o meio.
Alguns se isolam, permanecendo apáticos; outros procuram meios para chamar a atenção das pessoas, com chantagens ou histórias fantásticas. Há também quem aja com estupidez, para exercer certo domínio por meio da persuasão e do medo.
Nada disso, porém, irá preencher a pessoa o suficiente. É um engodo que a distrai, afastando-a de sua realidade interna, que precisa ser reformulada.
Não dependa do destaque alcançado, para sentir-se aceito e conseqüentemente integrado ao meio em que vive. Sinta-se bom o bastante, respeitando as devidas proporções de sua penetração diante daqueles que o cercam. Não cometa exageros. Seja simplesmente você, porque esse é o maior tesouro que se pode alcançar na vida.
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O próprio medo de perder as pessoas queridas leva-as a agir de maneira nociva para as relações, ocasionando a temida perda. A felicidade afetiva depende do bom desempenho de cada um na relação. A dificuldade de um reflete-se diretamente na convivência do casal ou da família, interferindo na harmonia do lar.
A excessiva atividade mental das pessoas que sofrem com o aumento de peso provoca ansiedade, que é desenvolvida basicamente pela dificuldade de a pessoa interagir com o vazio do momento, que precede uma ocasião especial. Em vez de preparar-se relaxando, ela se preocupa com o desfecho, deslocando-se para o futuro.
A ansiedade impede que se vivam intensamente as experiências, integrando-se com a realidade presente. Ficar preso ao passado e imaginar como será o amanhã provoca uma intensa atividade mental e, conseqüentemente, grande desgaste de energia em vão.
O excesso de peso revela falta de habilidade para aguardar o momento certo para agir. Temendo insucessos, a pessoa se previne, elaborando uma série de planejamentos para garantir resultados promissores.
Confiança em si próprio e nos processos existenciais é um conteúdo escasso no universo interior das pessoas obesas. Não havendo isso, o corpo proporciona um revestimento de tecido adiposo que oferece uma falsa sensação de proteção e aconchego, que não é reconhecido no meio externo.
Exemplos disso ocorrem quando alguém passa por certos problemas, como ruptura de uma relação afetiva, perda do emprego ou queda financeira, apresentando significativo ganho de peso. Isso significa que a falta de apoio afetivo ou material provoca uma lacuna emocional, que é compensada pelo revestimento de gordura no corpo.
Dedicar-se a reformular as condições interiores que figuram entre as causas metafísicas da obesidade representa um ingrediente fundamental nas dietas e exercícios que visam à redução ou ao controle do peso. Esse trabalho interior compreende, entre outras coisas, sentir-se vitorioso pelo simples fato de existir em meio aos desafios existenciais, considerar a capacidade de superar obstáculos e expressar o potencial.
Não dependa dos bons resultados exteriores para promover a auto-estima e elevar o amor-próprio. Sinta-se bem o suficiente para realizar aquilo que cabe a você, sem depender do apoio ou consideração dos outros. Você é a causa de tudo e, conseqüentemente, o único responsável pela própria felicidade.
Não fique apenas nos planos mentais, traçando estratégias; dedique-se à realização. Procure pôr em prática cada pensamento, manifestando a possibilidade para realizar ou não aquilo que você está pensando. Quando o projeto for totalmente inviável, considere aqueles pensamentos como sonhos fantasiosos, que só consomem energia e distanciam você da realidade; seja objetivo e prático. Desse modo, seu corpo permanecerá em condições saudáveis e bem apresentável, sem que você precise sacrificar-se tanto com regimes e exercícios.
Você merece um corpo saudável e em boas condições; para tanto sinta-se bom o bastante para fazer aquilo que cabe exclusivamente a você. Não dependa dos outros nem de resultados concretos para seu bem maior."
Geralmente as pessoas confundem emoção com sentimento, ou acham que é a mesma coisa com nomes diferentes. Mas existe uma grande diferença entre o ato de sentir (sentimento) e a reação instintiva (emoção). Olhando assim, até dá a impressão de que a emoção é algo primitivo, do tempo das cavernas, não é? E é mesmo. Na verdade, a única coisa que mudou são as formas de agir, pois as emoções continuam as mesmas, iguais aos dos nossos antepassados. Hoje, não se mata com uma pedra, e sim com armas e bombas, trocamos as cavernas por apartamentos bem decorados, mas continuamos a roubar a mulher do outro, continuamos a comer carne crua, a ter necessidade instintiva de sexo, a ter ódio pelo semelhante, a sentir raiva, inveja, mágoa, ciúmes, preguiça, orgulho, ambição, poder, vontade de destruir, desejo de matar….
Emoção é uma ação instintiva, que passa pela percepção mental em frações de segundos e desencadeia reações orgânicas, que culminam em sensações físicas, como a sensação de raiva que leva ao soco na mesa, o impulso de agredir, que resulta em soco ou pontapé, o medo excessivo de alguma coisa, que pode levar a uma dor de barriga, a vontade de gritar (ou para ofender alguém ou para jogar para a fora aquela carga pesada demais). Preste atenção neste ponto. Carga pesada demais. Toda emoção gera uma carga muito pesada, pois as energias criadas são nos chacras que estão abaixo do chacra cardíaco; são os chacras do instinto.
Sentimento é outra coisa. A primeira diferença é que o sentimento acontece no chacra cardíaco, o chacra que tem absoluta linearidade, que não pára nunca de bater. O sentimento é leve, traz bem-estar e silêncio interior. A emoção traz ansiedade, pressa, impaciência, o sentimento traz a tranqüilidade de permitir-se vivenciar o momento, ainda que o momento seja uma situação difícil. Mas quem está no ‘sentimento’ resolve as coisas com racionalidade, sem perder a delicadeza, o humor, a sensibilidade.
Por exemplo, uma colisão entre dois carros. A pessoa emocional fará um estardalhaço, vai ficar com raiva se for a vítima, vai ofender e agredir o motorista, não vai aceitar as desculpas nem as justificativas do outro etc.
A pessoa sentimental não vai ficar com raiva, nem agredir o motorista, vai analisar a situação com racionalidade, verificar o que é possível fazer, conversar e buscar resolver tudo de forma adequada para ambas as partes. Ele entende que incidentes acontecem e que ele não vai mudar a realidade dos fatos.
Sentimento não tem carga. É uma energia sutil, por isso, quem tem sentimento, tem tempo para pensar; fala sem ansiedade, não se importa de ser ofendido, age com respeito, mesmo que a situação não seja favorável, como o exemplo do incidente citado acima. A pessoa nesse nível está criando linearidade em sua vida, livre dos altos e baixos da emoção.
Em resumo, para elucidar melhor a diferença entre emoção e sentimento: A emoção leva à guerra (Hitler), o sentimento leva à paz (Gandhi).
ABRIR-SE PARA A VIDA E AS PESSOAS, EXTRAINDO O MELHOR DA SITUAÇÃO ALEGRIA E DESCONTRAÇÃO EM VIVER
Depois do fígado, o pâncreas é a glândula mais volumosa do sistema digestivo.
Sua função mista produz tanto enzimas digestivas quanto o hormônio da insulina, que
é lançado para a corrente sangüínea.
Como todas as glândulas, o pâncreas depende das condições emocionais e
psicológicas da pessoa, fatores responsáveis por seu bom ou mau funcionamento. A
disposição do indivíduo em aceitar com doçura as coisas que ocorrem em seu meio é a
condição básica para um perfeito funcionamento do pâncreas. O ser que se
desencantou com tudo à sua volta vive hoje numa recusa em acatar atitudes e fatos,
permanecendo indiferente ao que estejam fazendo. Essa perda de vitalidade se reflete
na dificuldade de assimilação de proteínas pelo organismo.
As proteínas estão presentes em grande quantidade nos alimentos orgânicos,
carnes e vegetais. A absorção das proteínas representa uma abertura para acatar
aquilo que advém das pessoas, bem como aproveitar o que de melhor elas nos trazem.
Aquela pessoa que não digere nem assimila satisfatoriamente as proteínas
demonstra-se desconfiada das intenções dos outros. A carência de proteína resulta em
perda de vitalidade física, expressando a falta de motivação para agir diante das
contrariedades. Essa pessoa passa a ver a vida com acentuada desconfiança,
pessimismo e amargura, chegando a perder a própria alegria de viver, como veremos
mais adiante, na diabetes.
Esse estado em que se encontra termina por reduzir a secreção pancreática.
Essa insuficiência também é decorrente das críticas guardadas para si e nunca
externadas.
Como vimos até aqui, absorver alegremente os acontecimentos de nosso meio
constitui-se em fator fundamental para um perfeito funcionamento do pâncreas. Para
que isso ocorra, o humor passa a ser ferramenta de base para se tirar proveito de
situações contrárias. Encarar os desafios com alegria favorece um maior fluxo de vida,
suavizando complicações do dia-a-dia. Aquele que não se permite contagiar pelo
negativismo ou derrotismo dos que o cercam retira sempre o melhor que a vida pode
lhe proporcionar. O otimismo, enfim, regula a função metabólica do pâncreas,
resultando em saúde e vitalidade física.
Ao contrário, o pessimismo é o "pivô" da redução nas funções pancreáticas. O
pessimista, com sua visão de derrotas, age como se a vida conspirasse contra ele.
Comporta-se como se as pessoas à sua volta quisessem apenas tirar proveito da
situação para fins próprios. Tem certeza de que nada do que possa acontecer poderá
lhe servir para a sua realização pessoal. É desconfiado, sente-se sempre lesado em
qualquer situação e freqüentemente acha-se perseguido.
Para uma clara idéia a respeito da distinção entre o otimista e o pessimista, nada
melhor que o exemplo do bolo: alguém chega e encontra um pedaço de bolo sobre a
mesa. Se for otimista, dirá: "Que bom! Fizeram um bolo hoje e se lembraram de mim!";
se for pessimista, não deixará por menos, dirá logo: "Deixaram só isso? Só porque eu
saí e cheguei mais tarde, fizeram bolo e já comeram quase tudo".
Quase todos os distúrbios do pâncreas são difíceis de ser diagnosticados. A
razão disso se deve à sua posição bastante oculta, aos quadros tão variáveis e a uma
evolução silenciosa. Assim, as pessoas que persistem em atitudes comprometedoras
que correspondem aos padrões metafísicos das disfunções pancreáticas enganam-se
achando que têm suas razões para serem ou agirem daquela maneira. Essa percepção
errônea vem do fato de que aquilo que sentem acaba acontecendo. No entanto, visto
que criamos tudo aquilo em que acreditamos, elas se sentem meras vítimas de suas
próprias crenças.
A mente, associando acontecimentos atuais com situações dolorosas do
passado, provoca grande desconforto no presente. Essa associação pode ser
consciente ou inconsciente.
A partir do momento em que se passa a entender o real significado do humor e
do otimismo, o indivíduo é levado a abandonar os conceitos do passado, que nada têm
a ver com as situações do presente, e a vivenciar livremente as novas experiências de
sua vida. Apesar de se parecerem ou acabarem efetivamente num desfecho
indesejável, essas situações apenas compartilharam de um mesmo cenário recriado
por nossa mente, com base única em seus registros secretos.
Isso acontece para que possamos absorver delas o melhor, aprendendo a
conviver com aquele tipo de experiência. Enquanto esse aprendizado não for
satisfatório, continuaremos a deparar com seguidas situações que venham a nos
recordar fatos passados, em sua maioria mal resolvidos. Poderemos, então, ter a
chance de atuar de uma maneira diferente da qual antes atuamos, colhendo desta vez
resultados melhores, encerrando um ciclo de experiências.
Use sua capacidade de renovação e seja novo a cada instante de sua vida.
Fique com o melhor dos acontecimentos já vivenciados, não trazendo para o presente
as marcas de um passado que você não soube aproveitar ou sobre o qual você não
soube atuar. Bastando tão-somente deixar fluir os potenciais latentes na alma, seremos
novos a cada instante, construindo finais felizes em todos os novos ciclos que se
abrirem na vida.
DEPRESSÃO NO PÂNCREAS
A DEPRESSÃO É UM QUADRO PSICOLÓGICO QUE ACOMPANHA AS
PRINCIPAIS
DOENÇAS PANCREÁTICAS
Os desvios da função pancreática têm relação direta com as síndromes
depressivas. O depressivo apresenta baixa auto-estima, apatia e desânimo quando a
depressão é mais leve, revela-se quieto, infeliz, pessimista, com sentimento de
inadequação e autodepreciação. É incapaz de tomar decisões, preocupando-se demais
com seus próprios problemas. Na depressão mais profunda, toda experiência é
acompanhada por sofrimento mental, melancolia, desânimo, fadiga, insônia, dificuldade
de decisão e concentração, chegando ao desespero nas situações mais agudas.
O depressivo se sente rejeitado. E carente de afeto, apesar de alguns se
mostrarem frios nas relações. Essa frieza é seu mecanismo de defesa para não se
machucar ainda mais pelas relações afetivas.
A superproteção e a expectativa vivenciada durante a infância são agravantes
para a manifestação da depressão no adulto. Em momentos que requeiram decisões,
essa pessoa pode facilmente entrar em depressão. As crianças não estão isentas de
depressão, sobretudo quando se sentem desamparadas e rejeitadas. Nessa condição,
fazem conceitos negativos de si mesmas, considerando-se "tolas", "medíocres", "ruins"
ou "fracassadas". Podem também sofrer de insônia, sono exagerado, dores de cabeça,
mal-estar e perda de apetite. Necessitando de estímulo e encorajamento, podem
passar por preguiçosas.
As crianças deprimidas geralmente são encontradas em famílias separadas,
onde há ausência dos pais. O problema pode ocorrer também quando há morte de um
deles, ou quando um deles retira seu interesse pela criança.
Uma vez que o estado depressivo tem relação direta com problemas no
pâncreas, vejamos as características específicas de algumas das principais doenças
que afetam esse órgão.
PANCREATITE
RAIVA, FRUSTRAÇÃO E AMARGURA
Pancreatite é a inflamação do pâncreas, apresentando-se na forma aguda e
crônica. No caso agudo, ela pode ser hemorrágica, causando intensas dores
abdominais e vômitos.
O indivíduo portador de pancreatite não costuma expressar sua agressividade.
Temendo enfrentar os obstáculos que possam surgir, recusa-se a externar sua
frustração por não ter recebido da vida e dos outros aquilo que foi idealizado em seu
mundo interno.
Essa força destrutiva acaba sendo usada contra si, fazendo com que ele se
torne amargo, pessimista e mal-humorado. Simultaneamente a esse estado interno, o
pâncreas apresenta uma inflamação.
Possuem tendências a serem dramáticas, tudo que acontece à sua volta é
motivo para um grande dramalhão.
A raiva, juntamente com a frustração e a amargura, é a raiz da pancreatite. Na
mesma proporção em que a pessoa nega o lado dócil da situação, ela interfere nas
funções pancreáticas, dificultando o metabolismo dos nutrientes alimentares
associados à doçura.
Quem sofre de pancreatite vive um estado de depressão profunda, sentindo-se
rejeitado e mal-amado. Acredita que o mundo conspira contra ele, tornando-se
impertinente e desconfiado.
A pancreatite aguda apresenta sintomas de dor e desconforto abdominais. A
irritação da pessoa com as coisas desagradáveis chega a tal ponto que ela termina por
perder a capacidade de perceber as coisas boas ou as vantagens de uma situação.
Acaba sua habilidade em transformar o que a incomoda nos outros ou nas situações.
Torna-se insensível e amarga.
Recusa-se a ver as atitudes agradáveis dos outros e as manifestações de afeto,
apenas para não se machucar novamente nas relações interpessoais. Esse comportamento tem relação direta com a presença de pus e a mortificação dos tecidos
pancreáticos.
A pancreatite aguda pode ser hemorrágica, geralmente levando à presença de
sangue oculto nas fezes. Interpretado pela metafísica, esse quadro revela o quanto a
pessoa se perdeu, deixando de fazer uso de um estado de espírito alegre e bem humorado.
Na pancreatite crônica, pode-se observar a preocupação da pessoa em exagerar
no humor, satirizando negativamente uma situação. Costuma fazer uso exagerado do
álcool para escrachar suas frustrações, busca destruir aquilo que não admite na vida.
Essa atitude de descontrole mostra sua dificuldade em transformar a doçura da
situação em motivação e energia para se impor e conquistar seu espaço na vida, sendo
próspero e bem-sucedido.
Na pancreatite crônica ocorre um aumento do tecido que reveste parte do
pâncreas, causando a destruição das ilhotas que produzem a insulina. A destruição
dessas ilhotas reduz a secreção de insulina e causa intolerância à glicose.
Paralelamente a esse quadro clínico, observa-se que a pessoa abomina tanto a sua
alegria quanto a dos outros. Aqueles que se mostram alegres estariam "rindo da
situação", e isso é motivo ainda maior para sua raiva.
Mostra a falta de carinho e amor pelo que estamos fazendo.
Quando trabalhamos com amor e satisfação, não nos sentimos cansados. A energia de nosso corpo não deriva somente de fontes alimentares, mas deriva também da vontade do coração. Se você está fatigado é porque não quer mais fazer o que está fazendo ou do jeito que está sendo obrigado a fazer e preferiria estar cuidando de outra coisa.
Pense no que você mais gosta de fazer. com certeza faria o dobro e não se cansaria a ponto de se fatigar. Não é? Enquanto você estiver resistindo, as suas forças serão propositadamente limitadas até que você tenha que parar, preferivelmente por ordem médica, pois assim você mesmo não precisará sentir culpa por abandonar o que estava fazendo. Não é?
Assuma o que sente em relação ao trabalho que está executando e tente sentir por ele gratidão e respeito porque, de alguma forma, esse trabalho ajuda você ou alguém. Se você desempenhá-lo com amor, sem pensar na recompensa financeira ou afetiva, tudo se tornará mais fácil e você passará a sentir mais prazer em trabalhar. Mas, se sua insatisfação é motivada pela falta de valorização do seu trabalho, tente mostrar o melhor de si ou confie em Deus e comece a procurar outro lugar mais adequado para o seu desenvolvimento profissional. Anime-se e trabalhe alegremente. A humildade conduz as pessoas à realização pessoal.
ESTAFA
Significa que a pessoa não se liberta dos seus problemas porque acredita
que é responsável pela vida de todos e, principalmente, pela de seus familiares. Significa ainda que ela está sobrecarregada a ponto de não haver mais renovação de energia dos meridianos de seu corpo.
Se você está neste estado, provavelmente alimenta sentimentos de culpa cuja origem você nem lembra mais. Entretanto, é esse sentimento de culpa que está fazendo você trabalhar como louco para resgatar alguma dívida inconsciente.
Liberte-se desse hábito de ”carregar” tudo nas costas. Seu mundo verdadeiro o aguarda para você ser feliz. Abra o canal da compreensão, abra sua mente e amplie seus pensamentos em busca de seus desejos particulares. Relaxe, mude de ambiente, respire outros ares e passe a fazer algo que lhe dê prazer. Nada nem ninguém obrigam você a seguir um caminho desgastante e se você o faz é porque as suas emoções estão em desequilíbrio.
Organize-se e divida seu tempo em várias partes. Reserve um espaço só para você e cuide para que nada interfira em sua individualidade. Você tem o direito de se reabastecer dos desgastes da vida da maneira que achar melhor. Seja coerente e assuma a sua verdadeira personalidade. Mas vá com calma! Busque em seu íntimo aquela alegria esquecida e saiba que, quando você sorri, é liberado em seu cérebro o hormônio beta- endorfina que elimina o hormônio do estresse (catecolaminas). Portanto... sorria! E descanse!
Não são todos os que acreditam, mas por via de dúvida não é bom facilitar… Desde a antiguidade, os olhos são vistos como a expressão da alma e considerados um órgão sagrado. O olho humano tem um potencial oculto e emite energias que podem intensificar as palavras ditas. Um olhar penetrante e bem dirigido pode reforçar muito uma mensagem ou um ensinamento. E muitas vezes, sozinhos, já conseguem passar toda a informação necessária.
Vemos, portanto, que grande parte daenergia gerada por nossos processos internos – como nossos pensamentos e sentimentos – são emitidos pelos olhos para o mundo exterior. Além de ser o espelho da alma, o olho é também um grande emissor de magnetismo e energia.
Existem relatos de homens santos que apenas com o seu olhar curavam os doentes. Isso nada mais é do que uma energia de cura muito poderosa que é canalizada através dos olhos. Mas, infelizmente, nem só de santos vive a Terra. Muitos seres interiormente desequilibrados emitem, através do seu olhar, toda a energia desgovernada que habita em seu interior, e saem por aí matando plantas, murchando bolos, causando quebranto em crianças, quebrando objetos, enguiçando máquinas e provocando até doenças e muito mal-estar em suas vítimas.
Muitos consideram o fenômeno do olho gordo como pura superstição, mas o tema já era tratado por Lao-Tse, criador do taoísmo, que viveu há mais de 350 anos antes de Cristo, e por Confúcio, que viveu 600 anos antes de Cristo, ambos na China.
O olho gordo nada mais é do que a canalização, através dos olhos, de uma energia interna gerada pelo desejo de possuir o que é dos outros e pela inveja, que não deixa de ser um roubo de energia. Os possuidores de olho gordo são pessoas em permanente estado de descontentamento e que têm complexo de inferioridade (mesmo que camuflado), uma vez que não se julgam capazes de conseguir por si mesmos o objeto de sua cobiça. Seguem a vida lamentando-se de sua má sorte, mas nada fazem para construir uma vida mais feliz. Poderíamos considerá-los vampiros de energia, e estão ligados aos baixos desejos, à mesquinhez, ao egocentrismo e à uma série de assuntos internos mal resolvidos. Gostam de estar sempre por perto, e sabedores dos acontecimentos, são solícitos e companheiros, utilizando-se do recurso da aproximação.
Dicas para lidar com o olho gordo
Uma coisa é certa: a nossa felicidade certamente incomoda muita gente, e durante toda a vida nos vemos obrigados a lidar com isso, portanto, não adianta fugir e nem fingir que não é com você. Aprender a nos portar diante do fato é o melhor que temos a fazer. Veja a seguir algumas dicas que podem nos ajudar muito:
1. Muitas pessoas costumam usar amuletos para evitar as energias negativas. Embora muitos não acreditem em sua eficiência, na verdade, esses objetos são receptores de energias desarmoniosas, absorvendo-as e neutralizando-as. Mas são de pouca valia caso a pessoa que a porta esteja vibrando no mal ou com baixa autoestima.
2. Deixar a ingenuidade de lado também é muito útil nessas horas. Com um pouco de conhecimento, prática e atenção é possível começar a pressentir as intenções dos outros para não sermos pegos de surpresa. Isso não significa ser malicioso e apenas ver o mal em tudo e em todos, mas com um pouco de sensibilidade aprenderemos a nos posicionar de forma correta em cada situação, nos abrindo para quem merece nossa confiança e nos colocando em posição de defesa com relação àqueles que não nos inspiram bons agouros.O segredoé não nos deixar levar pela aparência e somente pela razão; a intuição também conta muito nesses casos, além de uma observação muito apurada. A partir daí, vamos selecionar nossos amigos, saber a quem confiar nossos segredos e, principalmente, determinar quem deve ou não frequentar a nossa casa.
3. Outra boa dica é o uso da visualização criativa e do mentalismo. Imagine-se envolto em luz dourada, que o torna invulnerável às investidas do invejoso. Aproveite também para mandar um pouco de luz para ele, afinal, a generosidade é uma energia que nos protege. Faça o mesmo com a sua casa, animais e objetos de valor. O azul é outra cor muito boa para proteção – a cor do arcanjo Miguel.
4. Mas, em se tratando de olho gordo, o mais importante é a postura da pessoa diante do fato. Seres de vontade fraca, indecisas, medrosos, supersticiosas, que não se julgam merecedoras de felicidade são alvos fáceis para o invejoso. O fortalecimento interior é a melhor arma contra as investidas externas.
5. Outro aspecto importante é a naturalidade. Nada de esconder o carro novo, a promoção merecida e muito menos os seus dons pessoais; nunca use de falsa modéstia, assuma com firmeza e merecimento as suas riquezas. Por outro lado, também não caia no outro extremo, saindo por aí exibindo-se e atiçando a inveja dos outros. Repito: a naturalidade aliada à segurança do senso de merecimento nos protegem da inveja alheia.
6. Nunca olhe para o invejoso com medo ou se sentindo inferior a ele em termos de poder. Lembre-se que quem tem inveja é porque não é feliz e não tem a capacidade de conquistar o que deseja. A sua firmeza é que vai te proteger, e o medo só dará forças ao invejoso. Use e abuse do senso de humor. A alegria aliada à presença de espírito (sem agressividade) cortam o padrão vibratório do invejoso, deixando-o sem ação. E não se esqueça: nunca tenha vergonha ou culpa por ser feliz.
Uma vez me perguntaram, qual a diferença entre quiromancia e quirologia, no inicio essa pergunta me pareceu estranha, parecia a célebre pergunta.
Quem veio primeiro o ovo ou a galinha?", mas... Nas referências históricas a quiromancia veio primeiro e a quirologia surgiu posteriormente para complementar esse conhecimento que originalmente era exclusivo dos iniciados que compreendiam as assinaturas cósmicas.Muitos vão encontrar nos dicionários a expressão "mancia e logia.
Parece óbvio que uma se refere ao ato de traduzir o invisível usando um método indutivo e o outro ao ato de descrever a realidade usando um método dedutivo. Podemos aqui perceber um esforço em estratificar e distinguir, mas não integrar e complementar um método ao outro. [Photo]Na quirologia os seus pesquisadores muitas vezes repudiaram suas percepções intuitivas atendo-se apenas no método racional e cientifico, não que esse radicalismo possa ter prejudicado em absoluto essa matéria, pelo contrario muitos puderam constatar que referências assinaladas no passado precisavam de ajustes conceituais.
Mas a exclusividade desse método também limita a formação de uma abordagem holística que integre a intuição à razão.A exclusividade do método intuitivo também é comparada ao acesso do vidente às esferas celestiais e quando começa a descrever suas observações se comunica através de uma linguagem similar a dos anjos, tão incompreensível que muitas vezes o consulente sai mais confuso do que quando entrou. Porque isso ocorre?
Pelo que pude constatar ao longo de minhas pesquisas, a intuição nos passa uma certeza de algum acontecimento, mas os detalhes que podem alterar os desfecho ficam eclipsados pelo determinismo da certeza e por tanto da destinação imutável, contudo sabemos que a mutabilidade do destino é possível, até mesmo na hora mais fatídica que é a morte. A esse exemplo podemos observar o tamanho da linha da vida.
Uma consultante apresentava distinção de tamanho dessas linhas, entre a mão direita e a esquerda. A de menor tamanho encontrava-se na mão direita (a mão que revela os aspectos objetivos de sua manifestação) enquanto a linha da mão esquerda era maior e quase contornava o polegar (a mão esquerda revela os aspectos subjetivos de nossa manifestação).
Pelo método puramente racional afirma-se que a motivação vital termina ali, mas pela lógica não se pode afirmar que a vida termine nesse momento.Já pelo método puramente intuitivo afirma que a possibilidade de se empreender uma passagem desta vida para uma melhor é possível.Mas quando encontramos um consultor que pode desenvolver a integração do método, este afirma que a motivação da vida expresso pela mão direita termina em tal data, mas que os conteúdos expressos pela mão esquerda lhe facultam a possibilidade de vir a prolongar sua motivação existencial se o mesmo permitir que as informações de sua mão esquerda possam ser compreendidas e integradas a sua vida objetiva.
O fato pôde ser comprovado pelo portador da linha, quando durante a aproximação do evento este começou a apresentar perda de vitalidade e desmotivação, mas algo o fez renascer das cinzas e dar continuidade a sua existência, que no caso foram métodos terapêuticos. O seu primeiro paradigma a ser enfrentado, foi à constatação do evento, o segundo foi a aceitação de que possuíaconteúdos ainda não manifestos em sua vida e que poderia permitir-se experimentar, o terceiro foi o deixar fluir os processos evolutivos e, o quarto e o mais difícil, acreditar que tudo isso seria possível.
Ao final dessa batalha pela vida, pôde verificar que se nada fosse feito o destino imutável seria concretizado.Hoje um bom quiromante estuda tanto a quiromancia como a quirologia para que possa integrar melhor essa área do conhecimento, mas não é tarefa fácil ensinar uma pessoa a desenvolver a sua intuição, muitos podem até afirmar tratar-se de um dom, ser intuitivo, mas a prática mostra que todos nós possuímos os mesmos talentos caberá a cada um dar o melhor uso aeles.
APRENDENDO A VER O FUTURO
Quiromancia: a arte de descobrir o futuro pela leitura das mãos A quiromancia é uma arte antiga. Conhecida como instrumento para prever o futuro, é também uma forma de autoconhecimento, sedução e diversão
Acompanhe por aqui as linhas e montes da sua mão Foto: Shutterstock
Os mais remotos registros sobre a leitura de mãos datam de cerca de três mil anos e foram encontrados na Índia, China e no Egito. Há duas vertentes: a quiromancia, na qual se analisam as linhas e marcas nas mãos, e a quirologia, que decodifica o formato de mãos e dedos.
Com o domínio dessas técnicas, saiba mais sobre seu caráter, comportamento e estilo de vida, lendo a chamada mão ativa (aquela que você usa para escrever, geralmente a direita). Use a outra mão (passiva) como apoio, pois ela fixa as linhas de nascimento e permite a comparação dos aspectos hereditários com o que está escrito no seu destino.
Com a ajuda do quirólogo Marcello Meneses (SP), criamos um oráculo fantástico para você mesma desvenda o futuro. Estique a mão e vamos lá!
Linhas, montes, formatos e símbolos
Olhe a palma da sua mão e vamos começar a decifrá-la. São quatro as características a observar:
Linhas: estão por toda parte. Leia as principais e as secundárias seguindo as setas.
Montes: são aqueles relevos percebidos na base dos dedos, entre o polegar e o indicador, na zona inferior e nas bordas da palma. Revelam facetas de caráter e estado psicológico e físico. Quando muito desenvolvidos, acentuam as suas características, como: monte vênus (capacidade de amar, entusiasmo pela vida), marte (coragem), Lua (espiritualidade), Júpiter (ambições), saturno (razão, responsabilidade), mercúrio (comunicação) e sol (prosperidade e inclinação para as artes).
Formatos: dedos e mãos aparecem em diversos formatos, que também fornecem características da personalidade.
Símbolos: interferem de forma positiva ou negativa nas linhas e nos montes. Linhas principais
Do coração: fala das emoções. Linha curva, em direção ao indicador, é uma mulher calorosa e expansiva; se é curva para baixo (rumo à linha da cabeça) é insegura nos relacionamentos. Quando reta, é romântica, idealista, equilibrada; funda e curta, é ciumenta, passional e protetora. Linha comprida, gosta de conquistar e ser conquistada.
Da cabeça: é a parte visível do cérebro, mostra o seu jeito de pensar. Você é criativa, feminina e não gosta de críticas se a linha é curva indo para o monte Lua. Ou é realista, prática e produtiva se ela é reta.
Da vida: indica longevidade e o percurso da vida. Curta, simboliza falta de espírito de luta; quando longa, capacidade e determinação. Bem demarcada, é qualidade de vida; quando fraca, saúde debilitada. Se tem interrupções, revela fase de mudanças.
Do trabalho: são os principais acontecimentos da nossa existência. Se nasce na linha da vida, significa sucesso obtido pelo auxílio da família, no início da carreira. Quando provém dos braceletes, é o reconhecimento profissional através do esforço próprio. Vinda do monte Lua, em curva, é uma profissional liberal. Linha até o dedo médio? Não pare de trabalhar tão cedo. Se começa do meio, terá reconhecimento profissional um pouco mais tarde. Segmentada, sugere mudanças. Linha paralela é uma segunda carreira ou atividade paralela. Se tem pausas, mostra falta de trabalho. Observe estes símbolos com atenção
Cruz: se sobre um monte (que não Júpiter e Vênus, onde é positivo) influi negativamente. Perto de uma linha principal marca uma interrupção de um período positivo e início de uma crise.
Estrela: muito mais positiva que negativa; sinal de potencial.
Triângulo: sinal da sorte. Se estiver no monte Saturno é proteção no trabalho, se está no Júpiter é proteção espiritual no plano material. Em mercúrio, pode proteger a relação amorosa ou a saúde.
Ramificação: sinal positivo, realiza os próprios desejos.
Quadrado: se passa por linha ou monte apaga aspectos negativos. ao tocar, dá estabilidade.
Círculos: pouca vontade de mudar situações dolorosas. Na linha da cabeça, não conclui raciocínio.
Grelha: cruzamento de linhas horizontais e verticais que indicam tendências autodestrutivas.
Ilha: aparece dentro de uma linha e avisa sobre perigos ou sofrimento.
Linhas secundárias
Casamento: do dedo mínimo. O número de linhas indica momentos de ápice da relação. Se existem duas linhas, por exemplo, podem ser dois períodos com a mesma pessoa ou em dois casamentos diferentes. Quanto mais longa, mais duradoura. Uma única linha significa uma única união.
Filhos: as linhas são grudadas na vertical à linha do casamento ou a partir da dobra do dedo mínimo, sempre perto da fase propícia para engravidar. Pode ainda ser uma inclinação para adoção ou gosto por crianças.
Viagens: roteiros internacionais são indicados nas linhas horizontais que saem do monte Lua. Já as nacionais são verticais e ficam no monte Vênus. Quando é segmentada, pode ser que você vá conhecer mais de um país.
Braceletes: você pode ter um, dois ou três. Quanto mais, mais tempo viverá. As linhas dizem também que você vem de uma família nobre ou tem comportamento nobre. Somente uma quer dizer simplicidade. Se é reta, sugere que você tem uma boa imunidade. O significado dos dedos
POLEGAR (símbolo de força de vontade): se é longo e supera a primeira falange do indicador, sugere que a pessoa tem força de vontade. Quando é muito curto, indica pouca iniciativa.
DEDO INDICADOR E ANULAR (representam ambições pessoais e espírito artístico, respectivamente): se o indicador é mais longo que o dedo anular, você é uma líder nata, valoriza bens materiais e adora novas conquistas. Se é curto, você não faz questão de ser líder, é artística, observadora e crítica.
DEDO MÉDIO (representa senso de responsabilidade): quando ele se destaca dos demais, indica que você é responsável e de confiança. Se é curto, potencializa as características dos dedos indicador ou anular, dependendo de qual é mais expressivo.
DEDO MÍNIMO (símbolo da comunicação): se chega até o início da última falange do dedo anular, você é muito otimista; curto, simboliza perspicácia e ansiedade.
Foto: Luisa Azevedo Qual é a sua falange dominante?
O tamanho dos ossinhos dos seus dedos dizem mais do que você imagina...
FALANGE (base): você mantém os pés no chão. Do ponto de vista intelectual, valoriza as pequenas joias da vida.
FALANGINHA (meio): tem predisposição ao trabalho intelectual e grande preocupação com o prestígio social.
FALANGETA (ponta): você é decididamente espiritual e mística.
Foto: Luisa Azevedo Como os seus dedos são alinhados?
PERFEITAMENTE ALINHADOS: você tem confiança na própria capacidade, senso de superioridade, entusiasmo e audácia.
EM FORMA DE ARCO: indica grande equilíbrio físico e mental. Tem habilidade para conquistar e ser conquistado.
Foto: Luisa Azevedo Como é o seu polegar?
RÍGIDO: Você é honesta, trata o dinheiro com respeito e tem inclinação para ser mais conservadora. Para se soltar, é importante que faça uma atividade que desenvolva a flexibilidade, como pilates ou dança.
CURVADO: você tem jogo de cintura e facilidade para se adaptar a novas situações, mas precisa aprender a cuidar mais do dinheiro.
Foto: Luisa Azevedo Decifre suas unhas
Comprida: você é detalhista, caprichosa e observadora.
Média: tem personalidade equilibrada.
Curta: você é prática e não gosta de nada muito complexo.
Curvada: é melhor não mantê-las, pois representam avareza e agressividade.
DICA: Volte a consultar o oráculo daqui a três meses, pois as linhas da sua mão podem mudar (e o seu destino e personalidade também!)